[PT – PDF] Revista Anhangá N° 1 – Em Guerra Contra a Civilização e o Progresso Humano Desde o Sul

Desde Maldição Ancestral (MA), novo blog lusófano para a propagação do eco-extremismo e niilismo terrorista e também sucessor direto de Tocaia Eco-extremista, nós por fim lançamos a Edição #1 da Revista Anhangá – Em Guerra Contra a Civilização e o Progresso Humano Desde o Sul. Por acontecimentos imprevistos a revista foi lançada carente de alguns conteúdos inicialmente listados, o que os fez serem empurrados para a segunda edição da revista que pronto será lançada.

Muitas coisas se passaram e em breve um comunicado será emitido. A única afirmação no momento é, a propaganda eco-extremista e niilista não se detém e regresa com força tal como a própria tendência se propaga pelo mundo causando danos e terror!

Amaldiçoando, danando e aterrorizando a civilização nós regressamos!

A tocaia terrorística contra o progresso humano segue!
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EDITORIAL

O esporo do eco-extremismo nas indomáveis terras do sul faz brotar mais um projeto contra a civilização e o progresso humano. É com grande soberba que apresentamos o início do criminoso Editorial Ponta de Lança, uma iniciativa oculta de abrangência lusófana que servirá para alçamento da guerra eco-extremista entre os e as individualistas falantes da língua portuguesa. Num rumo niilista e eco-extremista o projeto servirá para elevar a teoria e prática do eco-extremismo principalmente por meio da publicação revelada neste instante, a Revista Anhangá: Em Guerra Contra a Civilização e o Progresso Humano Desde o Sul.

Anhangá, espírito que os antigos tupis depositavam sua crença. Para os nativos, um violento protetor do mundo selvagem, para os jesuítas, a manifestação maldita do diabo cristão. Segundo saberes antigos, Anhangá é uma entidade metamórfica que pode assumir as mais diversas formas, podendo adquirir fisionomias animalescas e até humanóide, mas se manifestando comumente na forma de um veado branco com olhos de fogo. Anhangá é um maldito espírito errante que vagueia pelas florestas, é amaldiçoado pelos cristãos e temido principalmente por aqueles que devastam as matas “para além do equilíbrio”. Quando este espectro atroz percebe destruições no mundo selvagem ou se depara com caças desnecessárias se escuta no local um assovio estridente que faz com que presas caçadas desapareçam instantaneamente mata adentro, restando apenas o humano frente a esta visagem pagã. Impiedoso, Anhangá pune com fúria todos aqueles que interferem na natureza para além de seu necessário, podendo levar sua vítima à loucura por meio da atormentação, às vezes lhe impondo uma intensa febre e a matando, nunca deixando impune os que ousam profanar o selvagem. Anhangá é traiçoeiro, por meio de tocaias ataca os profanadores das matas, e lhes causa feridas e confusão sem ao menos ser percebido, pois investe desde as sombras. Vê-lo, ouvi-lo ou sequer presenti-lo torna-se o prenúncio da desgraça. Segundo dizeres tupis, se deparar com este maldito espírito é sinônimo de culpa, uma autoria que é sempre recordada através da agonizante vingança.

Tida como infernal e muitas vezes comparada ao demônio cristão, é esta temível entidade que resgatamos e tomamos o seu nome para ferozmente intitular o nosso projeto editorial de difusão da Máfia Eco-extremista e Niilista, uma iniciativa que orgulhosamente servirá de suporte para a consolidação do projeto internacionalista de ITS nestas terras amazônicas e em outras regiões lusófanas.

Nesta publicação a teoria eco-extremista será detalhadamente apresentada juntamente com toda a sua base fundamental. Nos concentraremos inicialmente na explicação do que é o eco-extremismo em si, de modo cru. Importantes textos complementares poderão ser conferidos no desenrolar desta revista. Temas como revolução, primitivismo, individualismo, veganismo, amoralidade, violência indiscriminada, paganismo etc., serão discutidos no corpo desta publicação. E longe de ser uma mera iniciativa propagandística a Revista Anhangá é uma pura apologia ao crime e, resumidamente, a prática delinquencial, terrorista e ancestral. Nós potencializamos a praxe eco-extremista, valorizamos a ação individual acima de tudo. Esta iniciativa é para os que escutam o chamado sagrado das montanhas, dos rios, do fundo das florestas, dos céus, da terra e dos seres silvestres, é para aqueles e aquelas que escutam o eco do indômito rogando por violentos atentados contra os híper-civilizados e todo o seu lixo tecnológico acumulado nos cemitérios cinzas de concreto e aço habitados pela espécie mais repugnante deste planeta. Esta é uma publicação para individualistas de coragem que elegeram a guerra extremista contra a civilização e toda a sua artificialização como o único caminho a ser seguido em vida, é para quem escuta o grito de seus antepassados aborígenes que deram guerra ao progresso humano e que tomam partido desta mesma guerra no agora sem esperar por dias melhores, abdicando de ideias utopistas, posições esquerdistas ou salvações messiânicas, é para egoístas que crêem que o seu “eu” estará sempre acima de qualquer coletivo, norma ou código social e moral, é para misantropos que querem ver a espécie humana varrida da terra e suas pegadas apagadas da história terrena, é para quem deseja resgatar e reviver as práticas de seus ancestrais guerreiros e as crenças pagãs dos antigos, é para os individualistas que renunciaram ao ocidentalismo e para qualquer ecologista extremista que deseja agir sob profunda vigança diante do progresso tecnológico-humano que dilacera a Natureza Selvagem.

Como Anhangá nós eco-extremistas desde as sombras assumimos as mais diversas formas para dilacerar e matar as nossas presas humanas em repentinas tocaias. Como Anhangá nós individualistas terroristas vingamos a destruição que o progresso tecno-humano gera ao mundo selvagem, atacando mortalmente a nossa própria espécie e a suas criações. Como Anhangá somos uma ameaça invisível que vagueia pelas florestas e asquerosas urbes amaldiçoando a destruição causada pelo antro e maldizendo as suas próprias edificações. Como Anhangá exaltamos o indomável, oculto e o Desconhecido, venerando todo o belo pertencente às profundezas do selvagem, e por isso, inspirado neste espírito, apresentamos esta revista.

A intitulação e a criação deste projeto surge também inspirado numa outra iniciativa sulista aparecida há pouco tempo, a Revista Ajajema. Ajajema é o espírito maligno que acreditavam os Alacufes patagônicos, o espírito da destruição que tinha ao seu domínio as forças da natureza. Nos baseando nesta iniciativa decidimos também resgatar do profundo esquecimento uma temível entidade das terras de Pindorama (nome que os antigos indígenas destas terras davam ao “Brasil”), o metamórfico Anhangá. Portanto, desde estas terras amazônicas saudamos os ferozes individualistas responsáveis pela Revista Ajajema, um caloroso abraço a todos eles, foram para nós uma fonte de inspiração. Tanto quanto esta iniciativa sulista a Revista Regresión, desta vez, do norte, igualmente nos influenciou, e inclusive se ofereceu para valiosamente contribuir com alguns importantes detalhes desta publicação. Agradecemos a todos estes wachos que se disporam a nos ajudar. Nós agradecemos também a todos os manos cúmplices que contribuíram com este projeto, a “Espectro”, “XXX”, “Nẽn-pé”, a “Tuira”, e a todos os outros manos que elegeram o anonimato e dispensaram citações, mas que fizeram contribuições cruciais. Sem vocês este projeto não poderia alcançar esta elevada qualidade final.

Que a civilização trema com a invocação de Anhangá bem como o Chile ardeu em chamas após a chamada de Ajajema. Esta entidade maldita é agora resgatada para dar continuidade a guerra contra o progresso humano nestas terras. Como o maldito Anhangá os eco-extremistas estão de tocaia nas cidades e nas florestas afiando os seus punhais, preparando as suas bombas, venenos, objetos pontiagudos e cortantes e carregando as suas armas para desferir fogo, balas e bombas contra tudo o que é civilizado nesta guerra amoral e indiscriminada. Dormente há muitos anos Anhangá agora desperta cuspindo cólera e com os seus olhos ardendo em chamas, reparando que o progresso tecno-humano engoliu a quase toda a beleza do mundo e percebendo que não há inocentes em meio a toda esta desgraça.

Estamos vivendo numa era de extremos, a Natureza Selvagem indiscriminadamente abala e derruba as estruturas e tecnologias criadas pela espécie humana, reclamando o que sempre foi seu e provando que nunca haverá espaço no mundo para a existência de civilizações. Bem como o indômito avança por cima das urbes o extremismo ecológico se expande pelos quatro cantos da terra. A máfia internacionalista dos ITS já se encontra enraizada pelas Américas e possui cúmplices de sangue na Europa e na Ásia. Mais individualistas surgem a cada dia do abandono das antigas crenças utópicas esquerdistas e tomam partido nesta guerra amoral de vida ou morte, sepultando de uma vez por todas o velho anarquismo e até mesmo a já cansada “nova anarquia”. A era das revoluções acabaram, as utopias falharam e atacar é o que resta. Achar que o eco-extremismo poderá ser erradicado é insensatez.

Ademais do que já foi falado isto é, antes de mais nada, pelos Jê. É por vocês, meus irmãos e irmãs guerreiros e guerreiras Xakriabás. É por esta ancestralidade perdida e por suas crenças menosprezadas pelos ocidentalizados. Poucos restam de vocês, muitos foram os que caíram em guerra ou foram profundamente humilhados. Aqui e agora reivindico a ancestralidade Xakriabá. Que os híper-civilizados paguem com suas vidas por suas ações, pois isto é e sempre será, até a tua morte ou a minha.

Verão de 2017

Por Jê.

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