[ARGENTINA-CHILE] Comunicado 62 de ITS – Seita Sangue Vermelho e Horda Mística do Bosque: Declaração Conjunta e Ataque Frustrado

Desde as terras do sul se desata uma rede entre cúmplices eco-extremistas, uma prova irrefutável de que a Máfia cresce e persiste em suas negras intenções. Saudamos os manos da Seita Sangue Vermelho, novo grupo de ITS, que fazem a sua apresentação com um ataque incendiário indiscriminado que foi silenciado.

Adiante, individualistas!

I. SSV

Um só caminho nos trouxe até aqui, não há outras possibilidades. Encontramos nossa verdade, manifestação única e final da potência do nosso ego. Longe das mentiras e dos enganos dos tolos.

Vamos abrir um portal para o outro lado, subiremos? Não! Iremos fazer parte de algo mais.

Vamos fazer do resto da humanidade nossos escravos, subordinados a autoridade máxima da pólvora, do fogo, das facas e das balas. A morte reivindica as suas presas, somos nós os emissários.

Os Deuses sombrios querem enviar uma mensagem. Eles nos mandam à guerra. A bomba, a arma dos astutos e dos canalhas é nossa ferramenta exclusiva.

Pelo estado chileno estivemos afiando os punhais junto a nossas afinidades nos últimos anos. Entre conspirações e cumplicidades cruzamos com ITS. Na ação se materializa a verdade das potencialidades e nisso pudemos corroborar, depois de quase dois anos concluímos uma etapa cheia de experiências nutritivas para o ego extremista, com toda certeza podemos dizer que as interações criminosas entre Mafiosos valeram a pena e hoje desatamos oficialmente esta conspiração transandina, no marco da conspiração internacional e transcontinental contra o progresso humano. Hoje nos desprendemos da nutrida Horda Mística do Bosque para reclamar uma identidade própria, ITS-Argentina, Seita Sangue Vermelho (SSV).

Podemos afirmar com o peito inflado de orgulho que os esforços dos canas para nos deter desde aquele verão de 2017 seguem sendo inúteis. Nem a nós nem a Horda puderam pisar os calcanhares. Nem próximas passaram as suas repetitivas e humilhantes tentativas, e não acreditem que alguma vez em fuga nós cruzamos com vocês. Somos movidos por um chamado apaixonado que mantém nosso sangue correndo e nossos dentes cerrados, então é melhor seguir o seu fluxo e acatar as suas ordens, é isso que nos toca. O constante movimento também nos nutre e nos livra da estagnação. Dizer mais é desnecessário.

Hoje só procuramos o sangue como meio para transcender o humano, cada ferida que geramos nos separa deste plano. Cada passo nos aproxima do nosso objetivo desejado, o sangue e a morte. Buscamos negar a humanidade através do ataque amoral, mas não qualquer ataque. Nós jogamos nos corredores do esquecimento os simbolismos da práxis, vemos o ser humano individual, a cada um, como a materialização concreta do ideal Humano que dita que é precisamente esta espécie, nossa espécie, a que domina sobre a terra, o final e também o começo. Cercado pelo mundo do efêmero o espécime humano só consegue ver a si mesmo a onde quer que olhe. A extensão material do antro preenchendo a superfície terrestre, assim a ilusão é sustentada.

Começamos a caçada humana que entre sonhos e vigílias nos levará a nossas presas, deixando uma bomba incendiária na porta de uma casa qualquer no bairro de Villa Devoto. Quisemos que o fogo penetrasse a estrutura e que sua magnitude engolisse os habitantes, mas sem notícias, achamos que não foi bem assim.

À morte nós oferecemos a nossa coragem, mas não o sangue desta vez. A lâmina aguardará pacientemente.

É necessário uma união terrorista como a nossa dar razões para seus ataques? Não poderíamos, em termos ideológicos, explicar o que nos conduz, e embora as palavras soltas saiam de nossas podres bocas. Não é a boca, não será, serão as mãos e os pés, cérebro, coração, carne, tripas e o que pudermos concretar. Isso dará conta do que somos.

Guerra, sangue e decadência, já não resta mais nada.

II. HMB

Somos as sementes do eco-extremismo que germinaram nas férteis terras do sul, terras que há tempos vem sendo testemunha do surgimento de ferozes individualistas. Não nos esquecemos de como há anos atrás experimentávamos com o fogo e conseguíamos queimar estruturas. Esse caminho ficou para trás, mas o revivemos com orgulho.

Já hoje desde as sombras temos conspirado para gerar mortos e feridos, com nossos irmãos de sangue temos desferido contundentes golpes. Inéditos atentados deixaram em ridículo o governo inteiro, já outros ficaram apenas em terríveis intenções. Nós continuamos com o caminho do caos e terror que começamos com o incontrolável fogo. Seguimos testando e planificando, ratificando cenários e calculando rotas de fuga, fazendo conexões e inventando recipientes…

Nosso caminho até aqui como ITS-HMB tem sido repleto de maravilhosas experiências, acompanhados e rodeados de valiosíssimas cumplicidades. Chegou o momento de reconhecer a importância que tiveram (e tem tido) em nosso caminho os ITS “originais” do México, porque o aceitamos com orgulho. Estes irmãos desde o início nos seduziram com as suas afiadas palavras e seus contundentes atentados. Desde aqui tão longe no sul os agradecemos por forjar parte de nosso caminho, por nos estremecer a alma com cada novo comunicado de Reação Selvagem e por nos fazer voar com estas estupendas edições da Revista Regresión, repletas de todas estas contribuições teóricas vitais que nos nutrem até os dias de hoje. Irmãos, estejam tranquilos que seus pensamentos viajaram e se espalharam até o fim do mundo, aqui criaram raízes e estão perseverantes na guerra. Fizemos nossas as suas motivações nesta guerra contra o progresso humano e o mundo civilizado. As suas ideias foram incorporadas em nossa mente e decidimos enaltecer com orgulho estas míticas siglas. Siglas incorretas e perversas que marcaram a diferença entre a rebeldia anti-sistêmica e a guerra extremista contra a humanidade.

Com tudo contra, conseguimos continuar com a expansão das ideias extremistas afins pelas diferentes partes do sul. E assim, depois de ter sido nós os infectados pelo germe extremista, chegou o momento e a oportunidade de levar nosso vírus além das fronteiras por cima das geladas montanhas dos Andes. Mas desta vez não foi apenas pela palavra, não foi somente pela incrustação de ideias em mentes afins, não. Desta vez, fomos um passo adiante e transportamos a infecção em carne e osso. É por isso que desta forma e através deste comunicado conjunto tornamos pública a rede de eco-extremistas que é tecida no sul. Assim, de uma vez por todas, desencadeamos oficialmente a operação consistente na propagação da tendência eco-extremista.

Como bem escutaram, do outro lado da cordilheira já estão ocultos alguns ex-membros da Horda Mística do Bosque, é assim como os irmãos regressam à sua “pátria mãe”. Lá, agora no meio da pútrida civilização argentina estão alguns de nossos irmãos prontos para o que venha, com as mesmas intenções que tinham por aqui, com os mesmos conhecimentos, habilidades e materiais.

À vocês, irmãos de sangue que decidiram corajosamente empreender esta fuga de volta a suas terras distantes para continuar com a guerra ancestral. Para vocês vai toda a nossa força em seu novo projeto criminoso. Esperamos vê-los novamente para rir satânicamente como fizemos quando entramos na FCFM da Universidade do Chile, tal como uma vez rimos em um ônibus depois de deixar um artefato, isso jamais será esquecido. Tampouco esqueceremos que graças à sua distração no campus naquele dia conseguimos sair são e salvos.

Não menos importantes foram aquelas noites sem lua que iluminamos apenas com o fogo. As estrelas destas noites são as mesmas que seguimos vendo agora e que por aí vocês veem. Dormir com o coro dos grilos e o som do rio nos leva outra vez àqueles momentos. Por aqui não vamos recuar, seguimos persistentes com os atentados.

Assim nos despedimos, com o coração inchado de tristeza e os olhos cheios de lágrimas desejamos o melhor em seu caminho por aí, irmãos. Esperamos nos deleitar com seus atentados em terras argentinas. Que os espíritos dos antigos continuem protegendo-os por aí. Nos vemos no brilho da lua e no resplendor do sol. Daqui continuamos a ouvir seus uivos, nós estamos conectamos espiritualmente e esta conexão nada nem ninguém pode quebrar. Que a energia da cordilheira nutra nosso vínculo. De oceano a oceano, ligados e unidos até o dia de nossa extinção.

Irmãozinhos, nós seguimos deste lado da cordilheira, nossas explosões serão nossa saudação cúmplice.

Pela propagação da tendência eco-extremista e niilista misantropa!

Adiante com a guerra grupos de ITS e afins!

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Argentina
– Seita Sangue Vermelho

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Chile
– Horda Mística do Bosque

[ES – PDF] Mictlanxochitl: La Flor Del Inframundo Que Cresció En Esta Era – Parte 2

Segunda parte do trabalho “Miclanxochitl: La flor del inframundo que creció en esta era” [ENIT].

Adiante com a propaganda anti-humanista!

Descarregue em PDF: Link 1Link 2Link 3 (via onion).

[ARGENTINA] Perturbações Noturnas: Reivindicações de Ataques Incendiários

Difundimos com total cumplicidade o comunicado do grupo “Perturbações Noturnas”, reivindicando um ataque contra dois automóveis dentro da cidade de Buenos Aires.

Se o fogo decidiu “não falar” a essa altura isso não importa. O importante é que seja onde for a guerra contra toda esta podre civilização siga adiante.

Avencem, destrutores!

Decidimos nos estender em palavras porque nos parece necessário comunicar nossos atos, embora não é algo que costumamos fazer. Ultimamente nos pareceu um método eficaz, já que temos a necessidade de que se saiba que há pessoas inconformes, que há pessoas pensando em atacar esta civilização cheia de merda, que nem todos queremos que a vida seja bonita, porque sabemos muito bem que essa história de vida em paz é pura mentira baseada na destruição do que realmente nos importa. Por isso escolhemos atentar contra essa “comunidade em união e paz” que fingem ser, de pé sobre os cadáveres de árvores cortadas e animais extintos. Queremos nos responsabilizar pela colocação de dois artefatos incendiários em dos carros na rua Chacabuco e Santa Rosa, na área de Vicente López, na província de Buenos Aires, Argentina. Odiamos sair às ruas e vê-las lotadas de humanos correndo, cheios de sacos de compras em suas mãos, olhando as telas de seus celulares, humanos que não são capazes de verem a si mesmos por um segundo sequer, que jamais pararam para pensar quem eram e nunca o farão. Odiamos ver como cada vez mais sua vida é mais cômoda, mais sedentária, mais descartável, e por outro lado nos agrada vê-los através de uma vitrine comendo gordura até ter um ataque cardíaco, ou rimos quando vemos acidentes de trânsito com feridos ou mortos, já que iam com pressa a nenhum lugar para fazer nada de importante.

Não sabemos se funcionaram nem quantos danos causaram, assim que o ativamos, fugimos. Esperamos que tenham funcionado e conseguido um pequeno centro de caos, mesmo por um momento.

Gritamos ao céu liberando nossa fúria e nos acabamos em risadas doentias e com ânsias de vingança!

Que não se sintam cômodos em suas trincheiras de edifícios e ar condicionado!

Em afinidade com o profundo e a escuridão! Caos e vingança!

– Perturbações Noturnas

[MÉXICO] Terceira Entrevista a Individualistas Tendendo ao Selvagem: A Mentira Sempre Tem Pernas Curtas

Tradução de uma entrevista de ITS concedida no ano passado à revista política “Siempre!”. Contando com esta já seriam três entrevistas realizadas pela a mídia tradicional ao grupo eco-extremista internacional.

A entrevista foi publicada na revista impressa e no site da empresa jornalística mencionada, embora não de forma completa. Maldición Eco-extremista a publicou inteira e sem cortes e Espectro realizou e nos envio a tradução ao português.

É importante mencionar que desde a publicação da entrevista (2017) ITS se expandiu ainda mais pelas Américas e inclusive pela Europa, com o surgimento de grupos na Grécia, Reino Unido e Espanha. A onda de violentos ataques e mortes também não se deteve.

Vale também ressaltar que apoiamos completamente a decisão de ITS de utilizar a mídia tradicional para emitir a sua mensagem anti-humanista de vingança. Porque não há propaganda “boa” nem “má”, existe apenas a propaganda em si!

1. – Desde quando o grupo existe e em quais outros países operam?

Em 2011 “Individualidades tendendo ao selvagem” (Its) começou a operar, levando a cabo ataques contra centros de pesquisa científica, universidades, entre outros, nos municípios do Estado do México, nas delegações da Cidade do México, em Hidalgo, Morelos, Guanajuato, Veracruz e Coahuila.

Cabe destacar aqui que desde o ano de 2011 até então nós passamos por várias fases, por exemplo, em 2014 formamos um grupo chamado “Reação Selvagem” (RS) junto com uma dúzia de grupos que aderiram ao projeto, operando no Estado do México, Cidade do México e Tlaxcala, deixando de lado o nome “Its”. Já em 2015 RS foi dissolvido para que cada grupo continuasse o seu caminho sem estarem necessariamente unidos.

Em 2016 renasce “Individualistas Tendendo ao Selvagem” (ITS), e até agora temos presença na Cidade do México, Estado do México, Coahuila, Chihuahua e Jalisco. Este novo ITS tem como um de seus objetivos a expansão internacional desta tendência, portanto, em fevereiro deste mesmo ano, grupos de ITS surgiram no Chile e Argentina. Em Santiago, capital chilena, um grupo de ITS incendiou uma máquina do tipo “Metrobus” em plena luz do dia e com passageiros ainda dentro, e embora não houveram feridos, o ataque foi o terrorístico sinal da chegada do eco-extremismo ao sul do continente. Neste mesmo mês, mas em Buenos Aires, capital argentina, um grupo de ITS detonou um artefato explosivo nas imediações da Fundação Argentina de Nanotecnologia, realizou várias ameaças a cientistas e abandonou um pacote-bomba em uma estação de ônibus. Em agosto de 2016 o eco-extremismo chegou ao Brasil, um grupo de ITS detonou uma panela de pressão cheia de pólvora negra no estacionamento do centro comercial Conjunto Nacional, em Brasília.

Devemos reconhecer que nestes anos de atividade o Eco-extremismo teve cúmplices, afins de sangue aderidos à tendência do Terrorismo Niilista, defendida e representada pelas Seitas Egoarcas na Itália. Também surgiram vários grupos na Alemanha, França, Finlândia, etc., que embora não se digam eco-extremistas, compartilham o discurso visceral contra a civilização e o progresso humano, melhorando com isso a “bandeira” do individualismo.

Como é possível ver, não somos um grupo novo que saiu do nada, temos um histórico e as autoridades federais sabem disso, só que nunca nos reconheceram de maneira direta porque não lhes convém e, claro, a grande maioria dos meios de comunicação dissemina a verdade “oficial”, embora esta sempre feda.

2. – Qual é o objetivo de vocês para formar um grupo desse tipo e o que realmente estão buscando?

Individualistas Tendendo ao Selvagem é um grupo de pessoas anônimas com conexões internacionais unidas para fins criminosos, ou seja, somos uma Máfia.

ITS é um grupo com vistas à destruição e ao caos na civilização, detestamos e rechaçamos cada aspecto da vida civilizada, artificial e industrializada que é imposta à Natureza Selvagem. ITS é a vingança esquecida que nossos antepassados nos deixaram. Há séculos atrás os antigos reagiram violentamente contra a chegada dos ocidentais, mas também reagiram da mesma forma contra a chegada das civilizações mesoamericanas. Os nativos caçadores-coletores nômades destas terras nunca se renderam e muitos preferiram morrer ao invés de se submeter a modos de vida alheios às suas culturas. Na ITS nós resgatamos essa resistência selvagem, agora nós reagimos violentamente contra qualquer indício de civilização como fizeram os nossos antepassados mais antigos. ITS é apenas a expressão de algo maior, ITS é também a chuva que inunda cidades, é a avalanche que soterra vilas inteiras, são os raios que acertam infraestruturas alheias ao ambiente, é o terremoto que inesperadamente põe tudo abaixo, é o ataque da onça contra a sua presa, é o belo canto do faisão, o vôo do condor, o nado das tartarugas marinhas, as ervas que saem do pavimento rachado das pestilentas cidades. Todos nós temos um assassino primitivo no fundo de nosso ser, e nós o deixamos sair e isso surgiu e não iremos parar, porque o eco-extremismo é apenas uma expressão do Selvagem, ITS é um grupo de indivíduos com um objetivo comum mas, por si só, o Selvagem sempre prevalecerá.

Cabe ressaltar que nós não queremos voltar para as cavernas, não queremos voltar a ser primitivos como o homo sapiens, e qualquer um que diga isso é um idiota e não leu nada do que nós escrevemos. Isso é ITS, e nós realmente não esperamos que muitos entendam isto, poucos o fazem.

3. – Por que utilizar o crime como um meio para resolver conflitos? Por que ir ao extremo de atentar contra a vida das pessoas? Não há outra saída?

Para nós não há saída pacífica a isto, não há ofertas com ninguém, não há acordos nem negociações, o que estamos vivenciando é uma Guerra entre o civilizado e a Natureza Selvagem. Por acaso há outra saída para as milhares de árvores que são cortadas diariamente pelas mãos humanas? Por acaso houve outra saída para os animais selvagens marinhos presos nas redes dos pescadores legais e ilegais? Por acaso houve outra saída para os nossos ancestrais que foram expulsos de seus territórios e massacrados séculos atrás pelos ocidentais que vieram para “nos conquistar”? Por acaso houve outra saída para a Terra devastada pela extração de minérios das grandes indústrias? Por acaso há outra saída a toda esta loucura civilizada? CLARO QUE NÃO. O humano moderno segue crendo que é o umbigo do universo, segue se sentindo deus e dono de tudo ao seu redor, embora a sua existência signifique para o universo uma total insignificância. Nós, ITS, aceitamos que somos parte do ser humano moderno, só que nós nos demos conta de que ainda somos parte da Natureza Selvagem, porque quando vemos um rio contaminado sentimos raiva, quando vemos máquinas perfurando a Terra nos gera tristeza, quando vemos milhares de carros indo e vindo nas fedorentas cidades sentimos ódio, quando vemos o avanço da mancha urbana sepultando ambientes inteiros sentimos repúdio, quando lembramos que os antigos morreram lutando contra os civilizados a única coisa que sentimos é o desejo de reivindicar a sua vingança e continuar com a sua guerra, e o crime é o punho com o qual batemos. Dizem por aí que em um país cheio de ladrões ser um criminoso é motivo de orgulho, por isso tomamos para nós estas palavras.

Deve-se notar que a nossa causa não é nobre, não é de justiceiros se acaso pensaram isso em algum momento, ITS é um grupo politicamente incorreto de criminosos, defensores amorais do Selvagem, assassinos do que é ocidental e não lamentamos dizer isso porque aprendemos com isso, com o Selvagem. Somos indiscriminados como os terremotos e as inundações, somos bestiais como as onças atacando e discretos como as raposas espreitando.

4. – Existe alguma pessoa ou grupo que patrocine vocês ou algum grupo que esteja com vocês?

Dentro do que chamamos de Máfia Eco-extremista existem vários grupos que, certamente, não são parte de ITS e não tem relação conosco, mas que lideram diferentes projetos de propaganda teórica, porém não há patrocínio de ninguém. São vários os grupos que editam as revistas, escrevem textos com bases filosóficas e antropológicas (principalmente), criam blogs, traduzem artigos, estão a par do que acontece, e mantém isso em um constante fluxo de atividade. Por exemplo, os nossos comunicados estão traduzidos ao inglês, italiano, português, tcheco, polaco, alemão, francês, turco, romeno, grego, galês e até mesmo em hebraico. Isso é a prova de que nossas palavras e atos têm se estendido também graças a todos aqueles e aquelas que simpatizam com a nossa tendência, mas, novamente, estes grupos NÃO tem nada a ver com as atividades de ITS.

5. – O que vocês se consideram? São anarquistas? Qual é a filosofia de vocês?

Não, nós não somos anarquistas. O anarquismo é bastante recente em comparação com o que defendemos. Te digo que naquela época do Iluminismo muitas das ideias liberais começaram a florescer na Europa, houve uma em particular que aquelas velhas massas proletárias se apegaram muito (além do Marxismo), especialmente por suas demandas idealistas, foi assim como o anarquismo teve seu auge no século XIX. Naquela época as pessoas sonhavam com um amanhã melhor, devaneavam em trabalhar no hoje para a “revolução” futura, algo que nunca chegou a ser plenamente realizado devido aos “obstáculos” que os estados colocavam no caminho ácrata. E se esta “revolução” por acaso tiver chegado ela se transformou em algo completamente diferente das ideias originais. É engraçado porque os anarquistas quase sempre eram tão estupidamente nobres que até mesmo deixavam o caminho livre para os comunistas, e então eles se apoderavam de suas realizações e se atribuíam de seus trabalhos, assim aconteceu na Ucrânia, Rússia, Cuba, Espanha e até mesmo aqui, em Veracruz, durante o movimento arrendatário, mas estas são outras histórias.

Voltando ao assunto, o anarquismo é uma daquelas ideias nascidas das demandas progressistas de “liberdade, igualdade e fraternidade”, demandas que nós desprezamos completamente, uma vez que a “liberdade” já não existe nesta era, é uma palavra e prática morta, alguns tolos quiseram se apegar a seu cadáver, mas cedo ou tarde acabam fedendo junto aos restos podres da história. A “igualdade” é um mito, tampouco existe, nada é igualitário, e se alguma vez fosse, o mundo seria uma cópia fiel do romance de Orwell ou pior ainda, do de Huxley. A “fraternidade” é uma questão relativa, mas quando os progressistas a invocam quase sempre se referem a uma fraternidade ou solidariedade com o “próximo”, o que é asqueroso. Como você pode ser fraterno com alguém que você não conhece? A solidariedade promiscua é o que o sistema quer que pratiquemos para que ele siga adiante, porque quanto menos problemas sociais existirem tudo irá segundo o planejado. O sistema precisa de menos crimes, menos corrupção, menos discriminação, menos discussões entre diferentes grupos sociais para que a civilização siga de pé, é por isso que a mídia dissemina tanto esse mito da igualdade, da não-violência e contra a divisão, e é por isso que nós repudiamos a igualdade e somos violentos, porque somos desses humanos que resistem em ser ovelhas do rebanho, somos a contrapartida deste sistema, nossos instintos assassinos voltaram dos lugares mais hostis habitados pelos selvagens. Então, com os nossos ataques estamos honrando a memória de Guerra dos antigos, estamos levando o caos e a destruição a uma civilização que declarou guerra não só a nós, mas a toda a Natureza Selvagem. O vírus do humano moderno se estende, eles destroem bosques, contaminam rios, envenenam a Terra, roubam minerais, vagueiam sem rumo, invadem ambientes, modificam sementes, etc. Eles têm visto a devastação que causaram na Terra e buscam por novos planetas para habitá-los no futuro; o sistema tecno-industrial tornou-se extremista, então por que não reagir da mesma maneira contra todo este lixo? ITS faz isso, reagimos na forma de atentados porque isso é uma Guerra, porque embora aceitemos que somos humanos modernos temos dentro de nós a chama da confrontação selvagem.

ITS não se define ideologicamente, nós representamos uma tendência chamada “Eco-extremismo”, que é anti-política, amoral, suicida, indiscriminada e seletivamente terrorista, pessimista, anti-revolucionária, que realça as crenças pagãs ancestrais anti-cristãs, levanta o nome da Natureza Selvagem, ridiculariza até não poder mais a demência dos valores humanistas, rechaça categoricamente o progresso humano, e não tem problemas em cair em supostas “contradições” no discurso, por exemplo, no uso da internet para realizar propagandas. Tudo está justificado, nesta guerra se vale de tudo.

6. – Como operam? Realizam algum tipo de atividade para conscientizar as pessoas sobre cuidados com o meio ambiente ou seus atos são destinados unicamente, como afirmado à imprensa, a aterrorizar, ferir ou assassinar?

A verdade é que não nos interessa “conscientizar” as pessoas, não somos revolucionários nem nos interessa que as pessoas “despertem” de seu sono letárgico. A massa gosta de viver entre seus próprios excrementos e bem, você perguntaria, e porque então publicar comunicados, propagandas e responder a entrevistas se não querem conscientizar os outros? E a resposta é fácil. Sabemos que há individualistas como nós em alguma parte desta bonita Terra, e sabemos que são muito poucos, estes atos são um eco que chegam a eles, que talvez os inspirem a realizar atentados como nós. Os comunicados nós publicamos não para ganhar adeptos ou para chamar a atenção para a contaminação (por exemplo), mas para reivindicar egoisticamente os atos que são nossos, ITS não permitirá que outros se responsabilizem pelo que temos feito ou que as autoridades afirmem que foi a delinquência comum, NÃO, os atos que fazemos são unicamente nossos e escolhemos um acrônimo na União de Egoístas para gerar uma ferida em nossas vítimas, queremos aterrorizar porque isso não responde a nenhuma demanda política, é apenas por seguir o impulso animal-primitivo e impô-lo sobre o civilizado.

7. – Como vocês escolhem as suas vítimas? Vocês tem contato com elas antecipadamente ou simplesmente as escolhem aleatoriamente?

Depende, o especialista em biotecnologia Ernesto Méndez Salinas assassinado em Cuernavaca, nós o seguimos durante semanas, até que metemos uma bala em sua cabeça em 8 de Novembro de 2011, enquanto ele dirigia a sua camionete por uma das vias mais famosas da cidade.

Com o vice-reitor da Tec de Monterrey aconteceu o mesmo, alguém nos disse que ele viajaria de Monterrey a Chihuahua para um assunto de família, e quando ele saía de uma igreja nós o caçamos e o matamos em Fevereiro deste ano, embora devamos dizer que por uma falha na pistola utilizada não pudemos disparar contra a sua esposa, então decidimos apenas tomar a sua bolsa para que ela não chamasse a polícia, mas se não fosse por isso a sua esposa teria tido o mesmo destino que o seu marido. Foi por isso que as autoridades de Chihuahua disseram que havia se tratado de um roubo, mas eles sabem que não foi apenas isso.

Já o casal que matamos no Monte Tlaloc nós os matamos apenas porque se encontravam no caminho. Originalmente íamos pelos madeireiros, os quais nunca apareceram, apenas estes dois transeuntes “amantes da natureza”. Nós não queremos ver humanos nos ambientes ameaçados por eles mesmos, então os madeireiros, campistas, exploradores e assim por diante também estão na lista. O mesmo aconteceu com a mulher assassinada na Cidade Universitária, já dissemos na entrevista com a Rádio Fórmula porque a matamos, não precisamos dizer mais nada a respeito.

O que queremos deixar claro é que nós não temos uma maneira específica de atacar, da mesma forma que podemos colocar uma bomba em um shopping para que fira a todos aqueles e aquelas que estejam perto do artefato, nós podemos também matar a um cientista especializado e podemos atacar por todas as partes, desenvolvendo-nos prazerosamente no ato de atentar, desfrutando do momento e gerando nervosismo, Caos e desestabilização.

8. – Por que agir dentro da UNAM? Há alguma conexão com algum outro grupo, por exemplo, com o que tem ocupado o auditório Che Guevara?

A UNAM é o berço do progresso, a partir dali são concebidas as mentes do futuro, que estão sempre pensando em melhorar o lixo que está deixando a espécie. A UNAM, a Tec de Monterrey, qualquer universidade pública ou privada, qualquer centro educativo, todos tendem à artificialidade, é por isso que merecem pacotes-bomba, incêndios, balas, terror e morte.

E sobre o auditório Che Guevara, queremos deixar bem claro que nós desprezamos esse lugar tanto quanto nós desprezamos o progressismo. Dentro deste okupa se escondem um bando de hippies fedorentos revolucionários que enchem as suas sifilíticas bocas com álcool, inalam e fumam drogas enquanto dizem que são “livres”, enquanto pagam de fodões, sempre se esquivando da ideia de que também são fantoches; este tipo de gente é o pior lixo. São estas pessoas que estão a favor do progresso humano, mas de uma maneira diferente, não se dão conta de que estão iludidos, mas ainda sim se sentem os mais radicais. Há tempos a comunidade universitária tem os “convidado” para que abandonem a CU, os estudantes bunda mole fazem marchas e entre todas as suas razões para expulsá-los dali dizem que é porque dão “má imagem à UNAM”, que “quando passam fedem à maconha”, rá! Sabem o que vemos aí? Primeiramente, vemos a eterna luta entre “moderados” ou “ultras” da greve de 99 (com muitas nuances claras), e segundamente, vemos a hipocrisia feita realidade, de um lado os “okupantes” se fazendo de coitadinhos, e do outro os estudantes julgando a seu próprio reflexo, como se eles fossem abstinentes. Enfim… Nós não tememos a relação com eles nem com nenhum okupa, organização, nem grupo anarquista, marxista, nacionalista ou de qualquer tipo, pois o que defendemos vai contra o que eles acreditam.

9. – Estamos inevitavelmente em um ano eleitoral, e há quase um ano uma mudança no comando presidencial, há alguma conexão entre suas ações e isso?

Repito, nós não temos ideologias políticas, o que defendemos vai além da política, então pensar que o que fazemos tem um fundo político é repetir o mesmo coro conspiracionista de 50 anos atrás.

10. – Há algo a mais que vocês crêem importante destacar na entrevista?

Nada. Apenas acrescentamos que seguiremos com o que fazemos, nada disso acabou, as autoridades e certos meios de comunicação podem até se fazer de desentendidos e dizer que o que fazemos é falso ou que não fomos nós quem fizemos, não nos importamos, há apenas que enfatizar uma coisa, a mentira tem pernas curtas…

-Individualistas Tendendo ao Selvagem (ITS)

[PT – PDF] Revista Anhangá N° 2 – Em Guerra Contra a Civilização e o Progresso Humano Desde o Sul

Em destaque

É com tremendo orgulho criminal que apresentamos a segunda edição da Revista Anhangá – Em Guerra Contra a Civilização e o Progresso Humano Desde o Sul, lançada pelo Editorial Ponta de Lança. Desta vez a publicação sai à luz transbordando de valiosos conteúdos sobre a teoria eco-extremista, contendo 150 páginas que se dividem em 47 textos afiados que servem para alimentar as ânsias dos individualistas extremistas e contribuir com a prática terrorística na guerra contra o progresso humano.

Esta edição da Revista é, sem dúvidas, a maior contribuição até então para a teoria eco-extremista de fala lusófana, um aporte que se materializou através de esforços titânicos de cúmplices destas terras e de fora, uma referência ameaçante para aqueles e aquelas que querem materializar o terrorismo em suas mãos e atentar contra a civilização e os humanos que danam e são cúmplices dos ataques à Natureza Selvagem.

A propaganda eco-extremista não se detém tal como a expansão da Máfia ITS e grupos cúmplices.

Que este aporte semeie o Caos e o Terror no seio da civilização!
Adiante com a propaganda e atos eco-extremistas!

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CONTEÚDO

1. “Introdução”, por Editorial Ponta de Lança (pg. 1-3)
2. Tocaia (pg. 4)
3. Nós Juramos Vingar (pg. 5-6)
4. Pacto (pg. 7)
5. Revisitando a Revolução (pg. 8-11)
6. Primitivismo Sem Catástrofe (pg. 12-15)
7. Breves Reflexões de Uma Caminhada de Inverno (pg. 16)
8. Selvagens Politicamente Incorretos (pg. 17-19)
9. “Revolução Antitecnológica: Por Que e Como”, de Theodore Kaczynski: Uma Análise Crítica (pg. 20-26)
10. O Retorno do Guerreiro (pg. 27-35)
11. Apocalipsis Ohlone (pg. 36-38)
12. Um Poema de Guerra (pg. 39)
13. É o Momento de Beijar a Terra Novamente (pg. 40-42)
14. Nota Anônima (pg. 43-44)
15. A Ovelha Negra e o Lobo (pg. 45-46)
16. Autexousious Apanthropinization (pg. 47-49)
17. A Solidão e a Auto-realização (pg. 50-51)
18. Funeral Niilista – A Aniquilação da Vida (pg. 52-55)
19. Duras Palavras: Uma Conversa Eco-extremista (pg. 56-65)
20. Eu e Depois Eu (pg. 66)
21. O Rio Que Canta: Uma Última Palavra ao Relutante (pg. 67)
22. As Lições do Estado Islâmico Antes de Seu Colapso (pg. 68-71)
23. Uma Grande e Terrível Tormenta (pg. 72)
24. A Evolução da Dieta (pg. 73-76)
25. Um Falso Escape (pg. 77-78)
26. Lições Deixadas Pelos Incendiários (pg. 79-81)
27. Notas Sobre o Anarco-primitivismo (pg. 82-83)
28. A Noite do Mundo Infernal (pg. 84-85)
29. Halputta (pg. 86-87)
30. Animismo Apofático (pg. 88 – 90)
31. O Mito do Veganismo (pg. 91 – 93)
32. Os Seris, Os Eco-extremistas e o Nahualismo (pg. 94-95)
33. Reflexões a Respeito da Liberdade (pg. 96-99)
34. Conversações Eco-extremistas: Uma Conversa Com Eco-extremistas Mulheres Desde o Norte do Continente (pg. 100-103)
35. A Guerra de José Vigoa: Um Breve Discurso Sobre o Método Eco-extremista (pg. 104-109)
36. Assassinando a Nosso Civilizado Interno (pg. 110-113)
37. (Roma Infernetto – “Mundo Merda”) – Profanação e Devoração (pg. 114-115)
38. Caçador: Um Resumo de “The Other Slavery”, de Andrés Reséndez (pg. 116-118)
39. Guerra Oculta (pg. 119-123)
40. Bélico: Resumo da Revista Black and Green Review No. 3 (pg. 124-128)
41. Humanos (pg. 129)
42. “Hoka Hey” e “Memento Mori”, a Morte Desde a Perspectiva Pagã (pg. 130-135)
43. Por que te amar? Breves Reflexões Noturnas Sobre o Amor (pg. 136-137)
44. Pensamentos Sobre a Moralidade (pg. 138-139)
45. Ódio Misantrópico (pg. 140)
46. Moralidade (pg. 141-142)
47. Fazendo Peróxido de Acetona (Peroxiacetona, “Mãe de Satã” ou também TATP) (pg. 143-149)

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EDITORIAL

“Para nós, o Watu (Rio) é uma entidade, não uma bacia hidrográfica igual os brancos falam. Assim como lá na Índia tem o Rio Ganges, que é sagrado e as pessoas entendem isso, nós temos o Watu, que sustentou durante muito tempo a nossa existência e o nosso imaginário. Mas aqui no Brasil, rios podem virar esgoto, porque eles são vistos só como um corpo de água. […] As crianças hoje olham e perguntam para aos pais: “O Rio morreu? O Rio acabou?”. Para uma infância isso é uma marca que não tem como recuperar […] Olhar para a Terra, o Rio e a Floresta como mercadoria é um engano muito grande que vai nos enterrar a todos.”, Krenak Ailton sobre a morte de Watu pelas mãos das mineradoras Samarco e Vale

Pindorama — o regresso da conspiração eco-extremista desde este lado do Sul era já prometido, os tremores de terra que recentemente aterrorizaram os civilizados por aqui foram as reações animistas dos passos dados pelos guerreiros da Máfia ITS, novamente rumo à indiscriminada caçada nas extensões da antiga Terra das Palmeiras. Repousamos por alguns ciclos lunares entocados nas sombras e a escuridão. O motivo é porque parte de nosso Editorial se enfadou de uma investigaçãozinha esdrúxula de nome Érebo. Contrariamente ao que esperavam, não nos foi ameaça e então outra vez cá estamos, orgulhosamente dando vida a este projeto propagandístico iniciado há um ano, a Revista Anhangá – Em Guerra Contra a Civilização e o Progresso Humano Desde o Sul, que agora entra em sua segunda edição.

Devido uma série de acontecimentos o primeiro número desta publicação foi lançado inconcluso, mas agradecemos aos wachos que tomaram a importante decisão de lançá-lo. Longe das condições em que conceberam a versão inaugural do projeto, sai agora o N° 2 desta Revista contando com mais de 100 páginas munidas de escritos que nutrem a teoria e prática do individualista eco-extremista. Esta edição nasce de um tremendo esforço cúmplice de manos e minas afins do Sul e Norte. O período entre a primeira publicação e esta é marcado por uma significativa expansão dos grupos ocultos aderentes a ITS, que além de rugidos e mais acometidas pelo Sul, surgiram e cresceram também nas terras do Velho Continente, aquele onde pisaram os bárbaros, os vikings, que com ferocidade e paganismo implantaram o terror no cerne das civilizações europeias. Os esporos do eco-extremismo foram levados por fortes ventos e cruzaram as grandes águas até caírem nos solos da Grécia, onde caminha agora Seita Iconoclasta e Caçadores Noturnos; Reino Unido, terra maldita de Misanthropos Cacoguen e Espanha, extensões de Criminosos Animistas. Já pelo Sul e Norte o ânimo dos guerreiros não se detém, contamos com proximamente uma dezena de mortes em mais de 50 diversificados ataques; pacotes incendiários e explosivos abandonados indiscriminadamente estraçalhando a carne e impondo o terror; incêndios selvagens contra máquinas, instituições e objetos; explosivos abandonados contra alvos específicos e exitosamente detonados; ataques armados contra seguidores de cristo e montanhistas deixando mortos e crivados de bala; ataques armados contra estruturas de megaempresas; ameaças de bomba, envenenamento e maldições; punhaladas homicidas contra sacerdote e funcionário de universidade; ataques bombistas contra universidades e centros de pesquisa; tiro certeiro em crânio de vice-reitor de instituto tecnológico; assassinato de drogada e tantos outros que por questões estratégicas não foram reivindicados publicamente. Como apontam os meios gringos já somos uma ameaça terrorista internacional crescente no mundo. O que se originou lá pelo ano de 2011 no México se espalha pelos quatro cantos como uma maldita praga e agora tem presença em diversas cidades de vários países em três continentes. A Máfia Eco-extremista é nutrida pelo ódio catastrófico contra o progresso humano que destrói a tudo o que é Selvagem, contra o progresso civilizado que exterminou os nossos antepassados, suas crenças e modo de vida, contra a lógica ocidental de domesticar e manipular o que é silvestre, contra o esquematizado pensamento religioso moderno e o racionalismo ateu que deprecia e destrói o senso animista de sentir, ver e entender o mundo, e sobretudo pela serenidade e Caos que habita dentro de nós, a força antiga que nos empurra a reviver os adormecidos instintos e recordar os nossos antepassados e que um dia fomos parte de tudo isso, do entorno e vida selvagem, antes da chegada dos civilizados.

A alguns de nós nos enfurece saber através de nossos avós e bisavós que há três gerações passadas fomos forçados a abandonar nossas terras ancestrais e submetidos a sobreviver marginalmente no entorno domesticado enquanto as florestas eram cortadas, os montes explodidos e escavados e os rios barrados e drenados; nos dói não poder chamar o que vemos ou comunicarmo-nos através do nosso idioma akwén porque mataram-no por dizerem que falar a nossa própria língua é sinal de demência e atraso, nos entristece saber que nosso entendimento foi completamente entorpecido por costumes e crenças alheios aos que praticamos desde tempos imemoriais e que em seu lugar nos empurraram goela abaixo o cristo. Por tudo isso é nossa guerra, por nós mesmos, pelos Antigos, pelo pouco que resta do entorno selvagem e pela certeza de que os atos daqueles que assassinam os Espíritos da Natureza não quedarão impunes. Landerretche soube muito bem disso após os wachos cúmplices da Horda Mística do Bosque enviarem a seu endereço um pacote explosivo que detonou em suas mãos e que, por sorte [dele], não o matou. O bastardo é um dos cabeças de uma das maiores mineradoras do mundo. Certeza que seu nome segue entonado nos cânticos de guerra dos mafiosos e que cedo ou tarde a vingança outra vez toca a sua porta. Samarco e Vale são outros dois monstros mineradores responsáveis por causar destruições de proporções colossais como a do Rio Doce e tantas outras, por isso a citação do Krenak. Outro motivo para a citação é porque no passado e por aquela mesma região foi onde centenas de nossos bisavós foram forçados a abandonar as suas terras. Os rios, as florestas, os solos, os animais, os montes, tudo era morto ou tomado com a chegada do progresso e dos civilizados e com isso morria também parte de nós. Em vista disso não nos resta mais nada senão a guerra de vida ou morte, somos inadaptáveis a este mundo moderno; não apenas por sensatez, mas sobretudo por instinto e pelo chamado primitivo daqueles que vieram antes que acudimos. Caminhar nas urbes sentindo através do chão a respiração ofegante da Terra sepultada pelo cimento não é algo que deixaremos passar despercebido, por isso regressamos com o segundo número da Revista Anhangá, esperando que o material contido nesta publicação nutra e muna o imaginário e a força de tantos outros individualistas guerreiros e as guerreiras, tal como Regresión, Ajajema, Extinción e Atassa tem feito.

Nesta edição serão encontrados escritos sobre a espiritualidade eco-extremista, potencialidade do individualismo, debates e críticas sobre moralidade e valores civilizados, reflexões sobre humanismo e violência indiscriminada, escritos sobre veganismo e a evolução da dieta, críticas a ideologias esquerdistas e a crença numa revolução, escritos sobre reavivamento de memórias e práticas guerreiras, cosmologia pagã, apontes sobre misantropia e extincionismo, apontes sobre primitivismo, lições tiradas de grupos terroristas, banditistas, de assaltantes e movimentos de libertação, além de vários poemas, canções, textos filosóficos, manifestos pessoais, um manual para a fabricação de Peróxido de Acetona e uma análise crítica desde um olhar eco-extremista da mais recente obra de Theodore Kaczynski.

Como um órgão difusor da Máfia Eco-extremista esperamos que o material contribua não só para aqueles guerreiros e guerreiras que estão de pé e em guerra contra o Sistema Tecno-Industrial, mas também à aqueles e aquelas tendentes à selvageria, aos criminosos, antissociais, egoístas, misantropos, anarquistas caóticos, niilistas terroristas e tantos outros que semeiam no aqui e agora o Caos no interior desta civilização, que atacam seus valores, suas estruturas e instituições e também os seus engenhos tecnológicos.

Com profundo respeito pedimos a Yayá que desde sua gruta nos dê sabedoria em nossos movimentos. Certamente quando os civilizados escutarem o assobio estridente do vento, saibam que desde a tocaia fomos convocados por este furioso espírito para atacar e matar. Por vingança, apenas. Tais como as catástrofes somos uma das respostas da Natureza Selvagem a toda esta artificialidade, porque também somos parte dela e de sua reação. Indiscriminados bravios desprovidos de valores morais, como as tempestades, terremotos, furacões e outras catarses que não elegem classe social, sexo ou cor na hora de suas manifestações homicidas. E para finalizar queremos carinhosamente agradecer aos manos e as minas cúmplices destas terras e de fora, a Nẽn-pém, XXX, Urucun, Xale, aos manos da Revista Ajajema e alguns outros que dispensaram citações, que ademais de contribuírem de algum modo para o seguimento desta revista são também fonte de grande inspiração; alguns geograficamente mais próximos, outros mais distantes, mas todos na mesma guerra contra a civilização e defendendo com garras o mesmo projeto, a Máfia ITS.

Pedimos que os Espíritos da Terra acobertem os passos dos afins de sangue e de guerra e que a terrível fúria de Yayá recaia sobre aqueles que destroem a Natureza Selvagem.

A Tocaia segue até a tua morte ou a minha… GUERRA!

Grupo Editorial Ponta de Lança

Outono de 2018

Contato: pontadelanca[at]pm.me

Você não tem que gostar de nós, mas tem que lidar conosco (ou porque seus anarco-pedaços são uma merda)

Tradução do texto “You don’t have to like us, but you do have to deal with us (or why your anarco-stinkpieces are shit)”, escrito originalmente em inglês por Sokaksin. A tradução do espanhol ao português foi realizada por Anhangá.

NOTA: apenas alguns pensamentos enojados, nada de espetacular. Eu estava pensando outro dia sobre todos os trabalhos escritos contra o eco-extremismo e decidi lançar alguns pensamentos rápidos a respeito.

Tenho estado envolvido com tendência já há algum tempo e tenho dedicado muito tempo a isso, então acabei vendo uma boa dose da indignação moral que rodeia o eco-extremismo. Toda a merda orquestrada pelos anarco-coletivos são tão velhas quanto o próprio eco-extremismo. A libertação coletiva das transgressões de assuntos tão santificados como os ataques a “inocentes”, a depravação da violência, o rechaço à gloriosa revolução, a solidariedade com as classes eleitas de oprimidos, blá, fodidamente, blá. O editor da Atassa, geralmente reservado a seu trabalho como mestre de memes e teórico de assuntos mais dignos que o chiado dos anarquistas, chegou a publicar recentemente um artigo que aborda algumas das questões mais comuns e inertes que surgiram em torno das atividades de ITS e do eco-extremismo nos últimos tempos, é possível ler aqui. Maldición Eco-extremista também foi suficientemente amável para oferecer mais esclarecimentos aqui.

Mas de certa forma a refutação de Atassa bem como as inumeráveis outras que ITS e companhia tem tido a paciência de produzir foram postas de lado e é bem verdade que todo o chiado e a fúria dos anarquistas vomitando continuou através da interwebs de seus virtuosos ajustes de vitríolo nos últimos dois anos de atividade eco-extremista, e isso invariavelmente representa pilhas de merda moralista. É um chiado chato, cansativo e vazio que apesar de seu grande showzinho, não diz nada. Pessoalmente, quero dizer que isso seria um pouco mais interessante se houvesse ao menos um fragmento de engajamento crítico com o que o eco-extremismo realmente pede para que considerem. Mas não, pelo contrário, temos a velha tática esquerdista de se dobrar frente a oposição. O progressismo, o humanismo e sua turma são como uma criança estúpida com as mãos sobre os ouvidos gritando para manter o som distante, apenas para gritar mais alto contra cada contradição de seus delírios. E assim temos as mesmas repetições das mesmas desesperadas fantasias progressistas humanistas de esquerda que não foram cumpridas agora por mais de cem anos.

Mas eu poderia perguntar, sejam honestos com vocês mesmos por um momento. O projeto progressista vive ou morre nestas esperanças e sonhos. Vive desta rejeição sempre tão humana da beleza do mundo que já está diante dela. Em vez da grande beleza do todo, se vê apenas um mundo que de alguma maneira tem caído fundamental e irremediavelmente. E deste mundo decaído evocam histórias de uma salvação em um mundo de sonhos além do imanente. Um mundo de florescimento humano, igualdade, paz, amor, etc. E eu não posso permitir que estes sonhos desapareçam por medo de desmoronar completamente. Mas estes sonhos progressistas e seus contos (isso vale para os anarquistas, os comunistas, etc.) não podem sobreviver em um coração que se abriu para a vida além dos mundos oníricos dos homens e que viu o vazio e a vaidade do “progresso”. Ele abriu os seus olhos para mostrar que os contos desmoronaram e que um mundo melhor para além deste é apenas uma mentira. Vê que “o bem” já está diante de nós na terra, nesta realidade final e indomável, em toda a sua graça, mas também em toda a sua terrível ferocidade, porque a luz e as trevas são uma só com a vida do todo. Como disse Jeffers: “O Deus do mundo é um traidor e está cheio de injustiça, Um torturador, mas também/ A única fundação e a única fonte”.

E assim as tensões pessimistas, niilistas e inumanistas do eco-extremismo são os pesadelos que atormentam os sonhos que constituem as fundações de todo o ideal humanista e progressista. A criança se contorce diante dos monstros que vêm à noite, se rastejando nas sombras de seus sonhos para aterrorizá-la e derrubar as suas fantasias mais queridas. E ela chuta, grita e acorda de seu sonho, se tremendo, neste mundo escuro e impiedoso, suando frio.

Eu diria apenas que você não precisa gostar do eco-extremismo. Te entendo. É chato ter alguém que mergulhe uma hora de aço frio no coração de seus sonhos. Mas, deixando um pouco de lado os seus pequenos aborrecimentos com o eco-extremismo, lamento dizer, mas você de qualquer forma terá que lidar conosco. Não iremos nos retirar. Isso porque não somos um simples bando de criminosos violentos que destroem e matam em nome da terra ou simplesmente um coletivo de escritores nervosos na Internet. Para além de nossas próprias individualidades, o que representamos, o que se manifesta através desta tendência, é tão atemporal como o próprio mundo. Esta escuridão eterna, o inefável e distorcido caos que trabalha no coração do mundo. Os homens, quando não haviam se esquecido dos caminhos da terra, haviam falado de nós desde quando falaram pela primeira vez do mundo em suas histórias. Nos relatos dos deuses mais sombrios. Porque nós somos um junto aos deuses que trazem os fogos que devoram casas na Colúmbia Britânica, porque também somos um junto deuses que trazem um oceano que se arrasta para devorar as casas dos homens arrogantemente construídas sobre pântanos antigos, porque também somos um junto aos deuses que trazem ventos furiosos que descem do céu para rasgar as casas dos homens através de grandes tornados.

Como individualistas neste repugnante Leviatã somos os das velhas histórias que falam que fizeram pactos com os deuses das trevas. Vendo a profanação de tudo o que é belo para nós decidimos ficar do lado de tudo o que devora este atual mundo cinza, ao invés das vazias promessas do homem e de suas obras. E assim, o eco-extremismo é mais que uma espinha em seus estúpidos projetos políticos ou um grupo de psicopatas “problemáticos”. É uma mensagem da escuridão, manifestação daquelas energias sinistras e primordiais do mundo que são mais velhas que o próprio homem. E assim, o som da última bomba eco-extremista se quietará, e se as últimas palavras pronunciadas contra a tendência forem esquecidas, ainda sim terão que lidar conosco. Todas as mais nobres proclamações de seus coletivos anarquistas do mundo inteiro não os salvarão.

-Sokaksin

[PDF – ES] Revista Ajajema N° 5 – Contra el Progreso Humano Desde el Sur

Floresta - Eco-extremismo - Bosque - Amazônia - Indígenas - Terrorismo - Ecologismo - Niilismo - Misantropía - Individualismo - Ecologia - Guerra

Editorial traduzido ao português.

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EDITORIAL

“(…) I’m out my mind, see fear in your eyes

I’m sick, I despise myself again

The tears never come, my body is numb

I feel like a god amongst the men

Cut out my eyes, feed me with lies

That I don’t never have to see again

I feed the hate, I feed the truth

I give the pain to the youth

Fuck the devil for your wealth

Pistol chilling on my shelf

I control my own death

I don’t need no fucking help (…)”

-X

Começa um novo ciclo para a Terra e com ele chega a nova edição da nossa Revista Ajajema. Novamente fortalecidos pela majestade do frio assassino. O inverno está apenas começando e já foram registradas temperaturas históricas abaixo de zero, tanto na capital quanto em outras regiões. De fato o sul do Chile tem registrado fortes nevascas. O terrível frio exitosamente já conseguiu acabar com a vida de quase uma dezena de humanos… e é apenas questão de tempo para que esse número aumente.

As andanças dos criminosos misantropos de ITS continuam pelo sul. Os individualistas seguem impunes e desejando mais e mais. Seus artefatos são a prova disso e apenas o destino não quis que os dispositivos dos irmãos matassem ou ferissem a alguém. Os demônios não conseguiram se libertar com a explosão terrorística dos pacotes explosivos da Horda Mística do Bosque nem com os artefatos incendiários dos Sulistas Incivilizados. Deve apenas ter sido pelo acaso ou por algumas outras razões. A verdade é que os manos de ação não deixaram de tentar de novo e de novo. Esperamos pacientemente e com máxima alegria o dia em que um desses dispositivos se ativará nas mãos de algum estudante ou executivo, esperamos e sabemos que mais cedo ou mais tarde se desatará o fogo ou a explosão infernal dos irmãos.

É essa a verdade, os cúmplices atentadores do sul continuam em seu caminho mortífero de guerra contra a civilização e o humano. Apenas eles sabem quando e como retornarão. Com o último acontecimento que soubemos da máfia sulista, podemos dizer que os esquerdosos da Universidade Católica Silva Henríquez se salvaram por um fio. Como gostaríamos que alguns de seus combativos e revolucionários estudantes abrissem o presente dos manos da HMB. Que bom teria sido ver um deles com as mãos remendadas que nem as de Landerretche…

Os cúmplices terroristas continuam a guerra e, não, o nosso caminho propagandístico pelo sul não deu para trás nem irá recuar, é por isso que estamos aqui, seguindo “na beirada do desfiladeiro”. Continuamos elogiando e espalhando o germe da tendência Eco-extremista com a nossa quinta edição da Revista.

É assim que o nosso caminho editorial nos preencheu de riquíssimas emoções, vivências e cumplicidades. No caminho, contatamos valiosos irmãos que contribuem na propaganda. Como não lembrar do nosso primeiro número lá em meados do final de Janeiro de 2017, apenas alguns dias depois que ITS-Chile feriu as mãos de Landerretche o nosso projeto saiu. Em uma espécie de zueira sarcástica contra os aparatos de inteligência que buscavam como loucos os irmãos, nós em nosso projeto nos alegramos com o atentado dos manos e chegamos a incluir até mesmo as instruções para fazer um pacote-bomba, alegria e zombaria que seguimos sustentando até hoje. De fato, nossos contatos mafiosos para esta edição conseguiram acessar um set fotográfico do pacote-bomba usado contra a UCSH e outro set de fotos do niple de aço, em abril passado. Estas fotografias são o registro da impunidade Eco-extremista, são as únicas pegadas dos fantasmas misantropos mais buscados do sul. São também as únicas pistas que encontraram do feroz atuar dos manos.

Não nos resta mais nada a não ser seguir em nosso caminho de apologia ao Caos misantropo e é por isso que a partir da nossa toca e com especial carinho saudamos a iniciativa editorial do Brasil com sua “Revista Anhangá“. Saudamos os irmãos do blog “Maldición Eco-extremista” por nos manter informados dos ataques de ITS a nível internacional. Também enviamos abraços cúmplices ao projeto musical “Iconoclasta” que com suas terríveis letras afins nos fez estremecer o espírito. Enviamos também a todos os demais irmãos que se encarregam de apoiar a tendência nos demais blogs em diferentes idiomas. Aos que estão colaborando sempre na edição de vídeos e aos que ultimamente se deram a tarefa de criar e gerir alguns canais no “Telegram”. Sabemos que nas sombras estão sendo gerenciados interessantes projetos de difusão e esperamos que logo venham à tona. Para todos eles e elas, para os que estão aqui e para os que virão, muita força ancestral para os seus projetos!

É uma grande alegria para nós como grupo editorial evidenciar o avance da difusão oral da tendência Eco-extremista, mas a alegria é maximizada quando se trata do avance da guerra e a práxis extremista nas mãos dos ITS. Nós nos alegramos no Caos quando nos inteiramos de que os atentados da Máfia ITS se materializaram na Europa. Primeiro na Grécia, lá por Janeiro deste ano. Apenas alguns dias depois os individualistas aparecem no “Abismo Europeu” que com uma bomba alarmaram a região. Mas a expansão da Máfia não parou por aí, dois meses mais tarde conseguem atentar em terras espanholas, iluminando a noite. Depois novamente atentam os manos da Grécia, e somando a isso há o retorno infernal da SSS-ITS-Brasil, que em pouco mais de um mês regressou com dois atentados separados, sendo que no último queimaram uma igreja.

Desta forma, somos testemunhas do violento e furioso avance da tendência mafiosa, junto aos contundentes atentados e assassinatos perpetrados pelos irmãos no México e de como o modus operandi do pacote-bomba se estendeu pelas terras do sul, tanto no Chile como na Argentina, gerando assim inéditos atentados e violentas explosões. A Máfia ITS conta em sua história com 57 comunicados oficiais e 4 entrevistas. Inimigos mortos, sangue, explosões, incêndios, disparos, conjurações, dezenas de reportagens na TV, Egos, misantropia, paganismo, Caos, primeiras páginas, alarmes nacionais e ridiculosidade policial são algumas das consequências dos atos dos irmãos.

Ante tudo isso nós seguimos firmes e orgulhosos defendendo e propagando o ódio contra toda a civilização, contra o asqueroso humano moderno, contra os seus rituais e os seus costumes. Seguimos com as palavras em nome do Desconhecido, seguimos invocando com cada editorial o espírito assassino dos Fueguinos, Ajajema.

Espírito ancestral: queime a todos, queima-os como você costumava queimar, queima a civilização e seus habitantes, desata a tua vingança…

Irmãos atentadores do sul, continuem com as suas ações de terror, que nós seguimos firmes com a Máfia até as últimas consequências. Continuem nos entregando afiados comunicados e terríveis ações, porque Ajajema por aqui seguirá. Que os demônios antigos sigam controlando as suas mentes. Possuídos pela mística ancestral dos povos antigos, que sigam agindo.

Com as divindades místicas dos Patagões presentes na guerra extremista sempre; com Wöllapatuch, “O Grande Assassino”, com Kenos, com Yoaloch e com os nossos espíritos protetores Yefádschel. Assim também com os de carne e osso; com a ancestral Lola Kiepja, com o índio Selk’nam Tschikiol e com o corajoso Utschich. Viva aos atentados contra a civilização!

E por último. Irmãos, sintamos o frio, assim como sentimos o calor. Que o paralisante gelo nos adormeça o corpo e que isso nos recorde de que estamos vivos, que os efeitos naturais do corpo adaptando-se ao gélido ambiente sintam e desfrutem. Contra a cultura híper-civilizada do humano moderno pervertido que vive no inverno como se estivesse no verão. Malditos imbecis que não podem apreciar a superioridade do clima frio. E que fique claro que isso não é um chamado para morrermos de frio, não. Este é um chamado para sentir a majestosidade do ambiente, para levar nossos corpos, mesmo que seja um pouco, até uma parte de como se desenvolveram os velhos humanos.

Nos montes e em suas cidades, com o Frio e o Calor, que continuem as feitorias de ITS!

A Ajejema segue com sua glória à Máfia…

“(…) Can’t keep my dick in my pants.

I gave her dick, she got mad.

She put her tongue on my dick.

That lil’ bitch got her throat fucked.

Skeet on your main bitch’s forehead.

Don’t want your pussy, just want head (…)”

-X

Grupo Editorial Revista Ajajema