PCC Planejava Mega Ataque Terrorista Indiscriminado Com Carros-Bomba Nas Cinco Maiores Capitais do País

Replicamos aqui uma reportagem da imprensa sobre o plano interceptado da maior facção criminosa do país, o PCC, de cometer grandes atentados indiscriminados nas cinco maiores capitais do país. O grupo planejava explodir em Brasília prédio do Depen (Departamento Penitenciário Nacional), cometer ataques com carros-bomba nas cinco maiores capitais do País; sabotar as redes nacionais de transmissões de energia elétrica; sequestrar, torturar e matar agentes penitenciários federais. Os cinco carros-bomba com 50 quilos de explosivo C4 cada um seriam deixados em locais de grande circulação de pessoas para que as explosões matassem indiscriminadamente a maior quantidade possível de civis para então pressionar as autoridades do país a atenderem às suas exigências.

Os editores da Revista Ajajema já fizeram uma abordagem do PCC na edição número 4 da revista. Não importa que as suas motivações sejam contra o sistema carcerário, sentimos grande afinidade com estas caóticas intenções e nos alegra saber que um dilúvio de sangue esteve prestes a acontecer em decorrência de um mega atentado indiscriminado, longe de qualquer moral, longe de qualquer ética.

Que os planos caóticos dos criminosos terroristas não se desvaneçam!

PCC planejava ataque terrorista e colocar culpa no rival Comando Vermelho

Vida Loka (primeiro à esq. abaixo) e Tiriça (terceiro) integram a liderança do PCC | Foto: Reprodução

Facção criminosa paulista pretendia atacar seis diferentes cidades do país com carros-bomba; integrantes se inspiraram na guerrilha colombiana Farc

Explodir o prédio do Depen (Departamento Penitenciário Nacional), cometer ataques com carros-bomba nas cinco maiores capitais do País; sabotar as redes nacionais de transmissões de energia elétrica; sequestrar, torturar e matar agentes penitenciários federais.

Esses foram os planos terroristas arquitetados pelo PCC (Primeiro Comando da Capital) dentro da Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia, em represália à suspensão das visitas íntimas nos presídios federais.

Segundo a Polícia Federal, a meta do PCC era cometer os ataques neste mês, no período eleitoral, mas reivindicar a autoria dos atentados em nome do rival CV (Comando Vermelho) para se eximir das eventuais responsabilidades criminais. Antigas aliadas, as facções estão em guerra desde 2016.

Agentes da PF apuraram que os planos terroristas foram arquitetados pelos presos Abel Pacheco de Andrade, o Vida Loka, Roberto Soriano, o Tiriça, e Wanderson Nilton de Paula Lima, o Andinho.

Vida Loka era monitorado pelos agentes desde junho de 2017, quando suas conversas com Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, foram interceptadas com autorização judicial na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Ação tinha como objetivo cobrar o Governo Federal para as reivindicações da facção | Foto: Reprodução

Nos diálogos, Beira-Mar diz a Vida Loka que as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e traficantes ligados ao cartel de Pablo Escobar usavam carros-bomba em ataques terroristas e também sabotavam as redes de transmissão de energia para alcançar seus objetivos. Dias depois dessas conversas com Beira-Mar, Vida Loka foi transferido para a Penitenciária Federal de Porto Velho, mas não deixou de ser monitorado.

Ainda segundo a PF, vários bilhetes escritos por Vida Loka e Andinho foram apreendidos nas caixas de esgotos da unidade prisional e exames grafotécnicos realizados por peritos constataram que as letras eram de ambos.

Os bilhetes apreendidos indicavam que Vida Loka, Andinho e Tiriça planejavam usar um carro-bomba com 50 kg de explosivo plástico C-4, o artefato com maior poder de destruição, para derrubar o prédio do Depen, em Brasília. A ideia dos presos era detonar os explosivos utilizando um dispositivo de acionamento à distância.

Além de Vida Loka (à esq.) e Tiriça, Andinho (à dir.) também planejava os ataques | Foto: Reprodução

Depois do ataque, um integrante do PCC se encarregaria de ligar para as forças de segurança, para assumir a autoria do atentado, mas em nome do Comando Vermelho, facção que já foi aliada e que hoje é a maior rival da organização paulista.

Além dos bilhetes apreendidos, agentes federais também monitoravam conversas de Vida Loka, Andinho e Tiriça com outros presos durante o banho de sol no presídio.

Segundo a Polícia Federal, as mulheres dos presos também estão envolvidas na ação criminosa e tinham a função de informar os detalhes dos planos terroristas e de pedir apoio logístico aos demais líderes do PCC presos na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, no interior paulista.

O PCC chegou até a montar uma “casa de apoio” em Porto Velho para manter os planos terroristas em andamento.

O objetivo da facção era explodir o prédio do Depen em represália à suspensão das visitas íntimas nos presídios federais, em vigor desde julho de 2017, e em protesto à instalação do aparelho de scanner corporal na unidade prisional.

Além de sabotar redes de transmissão de energia, o PCC planejava usar outros cinco carros-bomba, cada um com 50 kg de explosivo C-4, em ataques nas cinco maiores capitais brasileiras. A onda de atentados terroristas ocorreria agora no período eleitoral e seria uma forma de forçar o Governo Federal a atender as reivindicações da maior facção criminosa do Brasil, com 10 itens (confira abaixo).

Documento em que são listadas as 10 reivindicações do PCC | Foto: Reprodução

A Polícia Federal pediu a internação de Vida Loka, Andinho e Tiriça no RDD (Regime Disciplinar Diferenciado). Os três também tiveram a prisão preventiva decretada e foram enquadrados na lei de terrorismo.

Eles são apontados como integrantes do mais alto escalão do PCC e, segundo o Ministério Público de São Paulo, na hierarquia da facção estão abaixo apenas de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como o líder máximo da organização. Ele nega ser integrante do grupo.

Vida Loka, Andinho e Tiriça já cumpriram pena na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau e foram um dos primeiros integrantes do PCC a serem removidos para presídios federais.

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal não pediram a prisão das mulheres dos três. Porém, elas estão proibidas de visitar os maridos, como forma de coibir a troca de informações com os mesmos.

EXÉRCITO EM PRESIDENTE VENCESLAU

As forças de segurança também investigam uma possível ação de resgate de presos na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, onde está recolhida a liderança do PCC.

Há rumores de que tropas do Exército, deslocadas de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, vão desembarcar nas próximas horas na cidade para reforçar a segurança. A reportagem não confirmou oficialmente esta informação até a publicação da matéria.

Na última quarta-feira, o juiz-corregedor da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, Gabriel Medeiros, determinou a interdição, por 20 dias, da pista do aeroporto municipal, que fica a dois quilômetros da unidade prisional. O clima na cidade é de tensão. Agentes penitenciários foram orientados a redobrar a cautela.

O governo do Estado mandou para a cidade vários homens da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) e do Comando de Choque, unidades de elite da Polícia Militar.

Na manhã deste sábado (13/10), a Polícia Civil de São Paulo realizou uma ação nas pensões onde ficam hospedadas as mulheres que visitam os presos no final de semana.

As ações ocorreram nas cidades de Presidente Bernardes, Martinópolis e também em Pacaembu. Os policiais procuram bilhetes endereçados aos presos.

Em Martinópolis, duas mulheres foram presas e com elas apreendidas cartas destinadas aos detentos, além de drogas.

[BRASIL] Comunicado 63 de ITS – Sociedade Secreta Silvestre: Sobre os ‘Anarcops’ da 325 e Seus Consortes

Resposta da Sociedade Secreta Silvestre aos anarcops caguetas da 325 e demais envolvidos.

Vão queimar a língua!

“Disparei uma bala em sua boca pelas mentiras que dizia, e outra na mão por causa das coisas sujas que escrevia.” – Jacques Mesrine, sobre o sequestro de um jornalista francês.

Pela última vez os anarco-frades se pronunciaram contra nós eco-extremistas com a intenção de nos prejudicar de alguma maneira. Vocês da ONG 325 e seus consortes pagarão caro pelas delações contra a suposta pessoa por trás do teórico eco-extremista Abe Cabrera que sequer faz parte de ITS e por difamar e tentar entregar informações de Misanthropos Cacoguen à polícia do Reino Unido. Olho por olho, dente por dente.

Cada um de vocês por trás deste conluio possui o espírito de Jacob Ferguson (1) encarnado em seus corpos. São humanistas do pior tipo, daqueles que até mesmo seus próprios “compas” deveriam desconfiar já que tendem à traição, do tipinho de X9 traidor que colabora afetivamente com a polícia no caso de uma investigação, do tipo lunático que expõe e difama quem se atreva a criticar ou superar a fracassada teoria e “práxis” do cadáver da anarquia. Que saibam que aqui no Brasil a primeira das leis que impera nas favelas e na malandragem das ruas é “nunca caguetar”. Jamais há perdão, cagueta paga com a vida. A traição e a delação são comportamentos repugnantes onde quer que seja, inclusive entre os anarcos, e o que fizeram terá um preço. Há quem entre vocês condene em qualquer hipótese a delação, mesmo quando envolva inimigos ou discordantes. Quem não se lembra do que houve durante o desmantelado plano de fuga dos terroristas da CCF quando um tipinho de gente igual a vocês chamado Christodopoulos Xiros falou contra membros da dita guerrilha? Eles se posicionaram contra a atitude cagueta (2):

“Pelo menos nós, com nossas “práticas como as da máfia” nunca traímos as nossas ideias e a nossos companheiros, mesmo quando houveram pessoas presas e acusadas de serem membros de nosso grupo, sem ter nada a ver com isso, mesmo que não consideremos alguns deles companheiros, ou até mesmo consideremos alguns deles como nossos inimigos pessoais, a única certeza é que não houve um cagueta ou um traidor entre eles.”

Não duvidamos que entre os seus próprios companheiros vocês encontraram pouco apoio no que fizeram. E como vão os estudos para o concurso público da polícia, anarquistas? Quem diria, os revolucionários abolicionistas e anti-carcerários tentando enviar dissidentes à prisão. Recordam os stalinistas enviando os divergentes aos gulag. Vocês envergonhariam os verdadeiros anarquistas que voaram pelos ares vários militares nos séculos 19 e 20. Já dizia o velho Bakunin que ‘se desse poder a vocês ficariam pior que o próprio czar’. Nossas diferenças resolvemos entre nós mesmos sem envolver autoridades policiais, em conversações ou com a violência. Mas vocês “anarcops” optaram pelo caminho mais sujo. Terão então que lidar conosco da pior forma. O mais recente eco-terrorista jogado na prisão pelo FBI foi Joseph Mahmoud Dibee (3), agora a patrulha paraestatal de anarcops se esforça para enviar algum dos nossos para trás das mesmas grades. Esta simbiose entre polícia e anarquistas é algo que apenas o anarquismo moderno é capaz de proporcionar.

Claro, não é só vocês que sabem de segredos. Se optarmos por delatar anarquistas certamente alguns companheiros de vocês cairiam nestas terras. Temos em nossas mãos o poder de responder com a mesma moeda, mas não o faremos porque não somos miseráveis como vocês. E não sejam idiotas, ITS-México se posicionou duramente contra Scott Campbell e John Zerzan porque eles estavam pedindo quando encheram as suas bocas para falar merda. Agora vocês tentam nos atingir fazendo o que fizeram. Já que vocês querem mandar os nossos para a cadeia, enviaremos os seus para o mundo dos mortos.

O que os move contra nós é o desespero, já que a “nova anarquia”, “anarquia negra” ou qualquer outra baboseira que queiram chamar, fracassou, aceitem isso e ponto. Qualquer um sabe que há um forte mal-estar dentro da “cena anarquista” internacional e cada vez mais indivíduos e indivíduas de coragem tem rompido com o utopismo bobo sem esperar por dias melhores, por algum tipo de “colapso” ou se iludindo com os já ultrapassados contos de fadas revolucionários e humanistas em prol da “humanidade”. Estes idiotas de 47 cromossomos tem um arsenal infantil de adjetivos para berrar contra qualquer um que demonstre simpatia com ITS e como eles já não tem mais o que escrever contra nós agora apelam ao ridículo, como foi o caso do blog “Instinto Cristiano” (porque de selvagem ele não tem nada) que replicou (4) uma publicação que taxa os manos de ITS-México de “Nazi-Astecas” (Mas que diabos é isso?? Estes colunistas esquerdistas não tem mais o que inventar!). Por aqui no Brasil o que seríamos? “Nazi-Tupinambás”? É apenas uma questão de juízo moral arraigado em vocês missionários libertários. A Cruz Negra anarquista deve ter ficada confusa quando o ex-comungado Kevin Garrido soltou uma bomba em apoio a ITS (5). Mario Lopez Tripa foi outro quem ateou fogo à batina de vocês (6). Aliás, tenha sangue em seus olhos, Kevin. Apesar da condenação, mantenha-se firme, o seu dia chegará. E Tripa, estamos com você para cobrar estes miseráveis.

No Brasil o cenário não é diferente, e recentemente um tal Núcleo de Oposição ao Sistema (NOS) após alguns ataques em São Paulo fez um “chamado” para uma “união e luta contra o sistema” (7). Sério? Estes esquerdistas foram bem inocentes ao tentar nos “convocar” para a sua “luta” ridícula que é incoerente até para eles mesmos ao pedirem entre as suas “reivindicações” a libertação do ex-presidente Lula, político da esquerda que em seu governo solidificou o atual “sistema”. Mas que diabos de grupo anarquista pede a libertação de um ex-presidente? Para contrapor à “ameaça Bolsonaro” e fazer como a Frente Popular na Espanha em 1936 que tentou barrar a ascensão da direita? As justificativas são duvidosas.

Sabemos que há por aí muitos esforços sinceros para se discutir o eco-extremismo e aprofundar não só a crítica eco-extremista, já houveram muitas conversações e escritos nos últimos anos. Ultimamente os interessados estão sendo coagidos por um complô de idiotas que condenam duramente qualquer menção à Tendência e os colocam numa espécie de lista negra de “ex-compas corrompidos por eco-extremistas”. Este é um esforço anarquista para barrar a qualquer custo a expansão da teoria e prática eco-extremista. O caso mais recente e que merece a sua exploração veio de um autor britânico eco-anarquista que publicou um interessante artigo sobre “violência descolonial e eco-extremismo” que foi apresentado durante a Anarchist Studies Network Conference, na Universidade de Loughborough. Em menos de uma semana os fiscais anarquistas o criminalizaram com base nas leis morais do que é aceitável ou não dentro da esquerda (o autor foi vítima do que ele mesmo aborda no artigo) e o fizeram excluir a publicação (8) e em seu lugar divulgar uma nota de esclarecimento (9). Claro, uma situação como esta não poderia passar despercebida. Nós temos o texto e o divulgamos neste comunicado para qualquer um que queira lê-lo e discuti-lo, acesse-o aqui. A publicação “Paper On Decolonial Violence and Eco-Extremism For 2018 ASN Conference” pode ter sido excluída mediante “coerção dos libertários”, mas possuímos o seu conteúdo na íntegra. O autor explica também que um dos motivos para ter apagado a publicação é a sua segurança (na verdade, o pressionaram com a ideia de “segurança”), mas com um texto como este a esta altura os seus únicos inimigos são os inquisidores anarquistas, e não por haver ameaçado a anarquistas como fez ITS em seu trigésimo primeiro comunicado (10), mas por ter racionalizado de maneira inteligente a cerca da moralidade e da violência terrorista. Um trecho da nota de esclarecimento “Avoiding Misinterpretation” (Evitando Interpretações Erradas):

“Eu entendo que discutir os aspectos mais feios da civilização é algo que é muito desconfortável para muitas pessoas e eu posso entender porque as pessoas não gostam que eu faça isso. Acredito que, se quisermos reagir de alguma forma às fealdades com que somos confrontados, primeiro precisamos reconhecê-las, discuti-las e não desconsiderar ou tentar ignorar. Isto parece-me verdadeiro, independentemente de estarmos ou não a falar do ISIS, eco-extremismo, do complexo militar-industrial capitalista, agricultura totalitária ou de qualquer outro contexto”.

Os esquerdistas estão presos em algum tipo de realidade paralela onde o que quer que façam ou aprovem em suas auditorias morais é correto e aceitável (FLT, MEND, Ted Kaczynski, CCF, YPG, Baader-Meinhof, Rote Zora, Zapatistas, Luta Revolucionária, etc.) e o que quer que façamos é errado, é “fascismo!!!” (com ênfase). No mundo dos adultos onde as coisas são levadas a sério a teoria e prática eco-extremista do extinto Reação Selvagem e de ITS foi muito bem discutida por diversos grupos e indivíduos interessados. Os Selvagistas publicamente já admitiram que a teoria eco-extremista contribuiu para o derrubamento do mito revolucionário que estava presente dentro do Selvagismo (11). A teoria eco-extremista também contribuiu com a crítica anarquista e ex-anarquista no Chile, Argentina e México. Aqui no Brasil sabemos que também foi seriamente discutida em outros estados. Nos Estados Unidos e Europa a discussão e a contribuição também foi grandiosa em diversos círculos. E anarquistas do “tipo 325, IGD, Voz Como Arma e Instinto Salvaje” surgem e unicamente ainda tem a coragem de berrar “fascistas!!!” e condenar irracionalmente qualquer coisa que os teóricos da Tendência ou interessados escrevem ou dizem? A única palavra para isso é demência. Como dito anteriormente, estão desesperados com o fracasso do anarquismo moderno e a expansão do eco-extremismo. O mesmo autor eco-radical condenado por anarquistas devido o seu artigo apresentado na ASN Conference já havia publicado no ano passado uma opinião respeitável em torno das ações de ITS intitulada “Eco-Terrorism, Eco-Fascism, Eco-Extremism, Eco-Anarchism and the Białowieża Forest(12). Um trecho interessante deste texto:

“Posso simpatizar com esta crítica aos anarquistas por parte deste escritor eco-extremista no que diz respeito à fraqueza dos argumentos anarquistas, onde os anarcos simplesmente chamam “fascista” tudo o que não gostam, algo que parece estar acontecendo.”

Uma prova cabal de que estes anarquistas são dementes é que se pegarmos a definição de fascismo não há absolutamente nada haver com o que defendemos, ou seja, é delírio o que dizem, tudo é dito de maneira extremamente emotiva. Ao invés de rediscutirem os seus métodos e as suas teorias, nos dedicam livros e colunas inteiras de calúnias e gritos “fascistas, fascistas, fascistas!”. Se Steffen Horst Meyn morreu (13) ninguém menos que os anarquistas presentes no local foram os culpados já que estavam há 20 metros de altura em seus inúteis e ultrapassados tree sitting enquanto o Bosque de Hambach aguarda pelo seu fim. Bloqueios, sitiamentos de árvores, cartazes, tudo isso já demonstrou ser completamente ineficaz há anos e só tem fichado e jogado aos montes os ecologistas na prisão. Apesar do aval moral dos esquerdistas, os descendentes do MEND são terroristas e fazem as petroleiras recuarem no Delta do Níger, na ilha de Bougainville o que os nativos praticaram foi terrorismo e conseguiram destruir as atividades da mineradora Rio Tinto Zinc. O que os Mapuche tem feito para defender as suas crenças pagãs e as suas terras ancestrais no Chile é terrorismo. As santificadas CCF são puramente terroristas. Por mais que demonizem este conceito, é terror puro. A diferença para o nosso terrorismo é apenas o alvo e o método indiscriminado, já que para nós o problema não é mais apenas a sociedade tecno-industrial e seu progresso, mas a própria humanidade. Mas vocês praticam o terror com a fé cega mirando um novo e inalcançável ser humano, com a esperança numa espécie de Éden anarquista para esta catástrofe de quase 8 bilhões de criaturas antropocêntricas insaciáveis. Isso é estúpido. E no fim das contas será que são realmente bem seletivos? E a morte de Sergio Landskron? E os vários depoimentos de civis que quase foram dilacerados por estilhaços das bombas das CCF? E a explosão numa estação de metrô de uma Escola Militar no Chile? E o trabalhador morto numa farmácia incendiada numa marcha no Chile? Estes “casos inconvenientes” são varridos para debaixo do tapete vermelho da moralidade e jamais são reabertos. Vocês são uma incoerente vergonha universal.

O arrependimento por tentar nos prejudicar será amargo, aguardem.

Adiante, teóricos eco-extremistas!
À caça ITS nas Américas e Europa, porque por aqui faremos a nossa parte!
Saudações, Guerrilha Lixo!

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Brasil
– Sociedade Secreta Silvestre

Notas:

1. https://animalliberationpressoffice.org/NAALPO/snitches/
2. https://publicacionrefractario.wordpress.com/2015/04/02/valio-la-pena-intentarlo-nada-ha-acabadotodo-continua-diptico-en-solidaridad-con-la-huelga-de-hambre-de-la-conspiracion-de-celulas-del-fuego-marzo-2015/
3. https://earthfirstjournal.org/newswire/2018/08/11/alleged-elf-and-alf-fugitive-joseph-dibee-arrested-after-12-years/
4. https://instintosalvaje.org/ee-uu-egoismo-vs-los-aztecas-nazis-del-eco-extremismo/
5. https://es-contrainfo.espiv.net/2016/11/28/prisiones-chilenas-escrito-del-companero-kevin-garrido-desde-la-carcel-santiago-1/
6. http://maldicionecoextremista.altervista.org/es-en-delaciones-en-cadena-si-claro-en-mexico-city/
7. https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2018/07/07/nos-comunicado-1/
8. https://ecorevoltblog.wordpress.com/2018/09/23/paper-on-decolonial-violence-and-eco-extremism-for-2018-asn-conference/
9. https://ecorevoltblog.wordpress.com/2018/09/25/avoiding-misinterpretation/
10. http://maldicionecoextremista.altervista.org/mexico-trigesimo-primer-comunicado-individualistas-tendiendo-a-lo-salvaje/
11. https://www.wildwill.net/blog/2016/07/12/revisiting-revolution/
12. https://feralculture.blog/2017/07/30/eco-terrorism-eco-fascism-eco-extremism-eco-anarchism-and-the-bialowieza-forest/
13. https://bosque.hambachforest.org/blog/2018/09/21/comunicado-de-prensa-20-09-2018-muerte-tragica-en-el-bosque-de-hambach/

[MÚSICA] Miasthenia

Extreme Pagan Black Metal com líricas pagãs e ancestrais. Abordam ritualismos pagãos, resistência indígena ancestral, o Desconhecido, culto à morte e aos Deuses, guerras, canibalismo, misantropia, anti-cristianismo extremo, herança e vingança ancestral, cosmologia pagã, submundo, animismo, Natureza Selvagem, supremacia ancestral, necromancia, primitivismo, caçadas e confrontos, etc.

Escuta o chamado…

Letra da “Sacerdote Jaguar”:

Guardiões do inframundo
Correndo de volta ao templo, guardando segredos primordiais
Resistência ancestral!

Em ritos fúnebres no templo da morte.
Sacerdote-jaguar celebrando deuses da morte

Libertando a alma do templo
Libertando seu grande espírito
Lealdade na escuridão

Evocando mortos em transe
Guiando seus passos para além do inframundo de volta ao mitnal,
Ao ventre da deusa, de fetos e larvas, de mortos esperando renascer no inframundo

Em ritos fúnebres no templo da morte.
Sacerdote-jaguar celebrando deuses da morte

Libertando a alma do templo
Libertando seu grande espírito
Lealdade na escuridão

Evocando mortos em transe
Guiando seus passos para além do inframundo de volta ao mitnal,
Ao ventre da deusa, de fetos e larvas, de mortos esperando renascer no inframundo

Metamorfoses espirituais da morte
Sublimes estágios de renascimento
Akbal guia o jaguar
Akbal corre em minhas veias

Unindo mundo opostos, potências celestes,
A alma dos mortos aos ancestrais
Chave do renascimento no mundo dos mortos
Forças ctônicas, ritos telúricos

Akbal guia o jaguar
Akbal corre em minhas veias

Guardiões do inframundo
Correndo de volta ao templo, guardando segredos primordiais
Resistência ancestral!

Em ritos fúnebres no templo da morte.
Sacerdote-jaguar celebrando deuses da morte

Letra da “Brumas Xamânicas”:

O Xamã Makú, da tribo de nômades caçadores da floresta Amazônica prepara-nos a mágica porção alucinógena de viagens sobre a cosmos e o passado sulamericano, sobre Nemep-wa Matas (Domínio das Sombras), risos obscuros de profanações ouvimos das Sombras, a vaguear nas florestas taciturnamente espionam os mortais, na vampírica busca do sangue. Livres no tempo em meio a danças e cantos, rituais poemas. Sob selvagens horizontes retorno à terra – alma de meu povo. Sem paz. Com as minhas armas defendo sua memória enterrada. Retorno à terra e dela retiro minhas, o canto dos mortos.

Glifos insólitos que habitam esta saga
A saga de uma guerreiro ancestral
As folhas caem num prelúdio
E sangue dos deuses é derramado…

Brumas Xamânicas!
Fogo e tempestade em suas veias
Delírios enfim de desumanos poderes…
Seu corpo a floresta pulsante
Seu sangue vestígio do tempo.

Quilla!!! Vejo um deus sem face
Caminhando entre as hordas de ataque
Rituais de nossos desejos
Cósmicos mistérios…

Brumas Xamânicas em prelúdio
Mitos de guerra, relatos do fim…

Vejo formas exóticas e a saga de um guerreiro ancestral
Numa confusa dimensão e o cérebro máquina em tirania
Um vermelho profundo escurece minhas visões…

Letra da “De Natureza Infernal”:

De infernal natura
Ritos obscuros de profanação
Pulsando na floresta na busca pelo sangue

Nós regressamos com ódio para o fim!!!

Sob o cosmos primordial
Visões de opulenta Serpente
Através do espelho do tempo anunciando
O resurgir da natura
De criaturas infernais!!!

Giramos sob o espelho do tempo
Onde o dia jamair ousou penetrar
Onde a Lua em luxúria copula com as sombras
No Trópico dos Pecados!!!

Clamam em sacrifícios humanos…
Para além dos ciclos da vida e da morte
Míticos espiritos ancestrais
Libertem!!!

Letra da “Guerra de Mixton”:

Nas montanhas de mixtón
Feiticeiras dançam
Ao redor do fogo
Contemplando os ventos que
Anunciam a sangrenta batalha

Anunciando a vida de Tlaloc
E de todos ancestrais ressuscitados
Ao rufar dos tambores
As hordas de Tlaloc
Se reúnem para o massacre
Tanamaxtle grande guerreiro
Se prepara para a batalha
Conduzindo as hordas bélicas
Da resistência

Tlaloc o senhor da destruição do “terceiro sol”
Evocando a chuva cósmica
Do universo que se revela
Nos códices sagrados
Ergue novamente o seu templo
Nas montanhas de mixtón

Expurgando os sacramentos
Incendiando igrejas
Matando missionários
Castigando os seguidores da igreja
Lançando a desgraça
O exército do vice-rei

A flecha de Tanamaxtle
Corre como o raio de Tlaloc
Reinando soberana nos campos de batalha

Tempestades de apostasia e profanação
Dilacerando a face do deus cristão
O paraíso de Tlaloc aguarda os
Guerreiros que caem sob as águas

Letra da “Deuses Da Aurora Ancestral”:

Autos-de-fé inquisitoriais
Vieram de além mar
Trazendo a cruz e a espada
Violando os altares ancestrais
Do “novo mundo”
Mas este novo mundo
Era tão antigo quanto o seu

Desde a escuridão de tempos primordiais
Uma raça de homens-deuses
Habitava o continente
A cidade dos deuses
Brilhava em sua glória
Sangue e corações humanos
Despejados em antigos cenotes
Deuses da aurora ancestral

Mas um dia os inquisitores chegaram
Empunhando a cruz e a espada
Disseminando a peste em seus sacramentos
Ergueram seus templos
Nas ruínas ancestrais

Mas os guerreiros do “novo mundo”
Resistiram bravamente
Ao cárcere da inquisição
Extirpação das idolatrias
Profanaram a cruz
Quebrantaran sacramentos

A fúria dos deuses austrais
Corre nas flechas de fogo
Eles correm para as montanhas
E ostentam os cultos ancestrais
Eles marcham para a batalha

E erguem seus poderosos machados
Golpeiam conquistadores
Sacrificam missionários
Imolam inquisitores
E atormentam sua alma

Deuses demônios da guerra e do fogo
Deusas guerreiras e rainhas soberanas
Marcas do anti-cristo
Ecoa em sua mente
Apostasia tribal
Ofuscando o sol da inquisição

Os tambores estão pulsando
Na escuridão da floresta
Os espíritos ancestrais
Dançam no círculo sagrado
Eles se tornaram imortais
E atormentam sua alma

Letra da “Rituais de Rebelião”:

Minha mente sobrevoa tempos ancestrais, onde rituais de rebelião permanecem em essência.. Guerreiros e Amazonas abraçam o ritual, unindo-se contra o invasor, semeando o medo e anunciando o desconhecido. Aos olhos do invasor que os teme por seus mistérios. Candelabros ardem em minhas visões. Perfumes de incensos desfilam pelo ar… Os poderes ancestrais se manifestam nesta noite…
No Vale das Sombras aguardamos a batalha Final, e após os mil anos destruiremos a Cidade Santa…Puro como a noite o mal se manifesta. O sol desaparecerá eternamente. E meus inimigos cairão!!!

Senhores do fogo e da terra!!!
Selando com a espada e o cálice este poema…
Guardiões da Torre do Sul!!!
Espíritos sombrios das florestas
Nós evocamos!!!

As chamas permanecem acessas
Evocando o centro de nosso ser
Destruindo e purificando
Pagã alquimia de nossos desejos.

Murmúrios de séculos
Rituais de rebelião

Envoltos em feitiços sabáticos
Visões de ancestrais paganismos
Taqui ongoy! A dança da enfermidade
Caminhando para a floresta
Nós bebemos do cálice
Celebrando a Grande Deusa… Quilla!!!

Letra da “Essência Canibalística”:

O pajem tupinambá anuncia o fúnebre ritual
Imolação e vingança, sangue, ódio e poder
Os deuses bestiais se manifestam na velha dança
Teoruira!!! Desprezando o deus inimigo…

Debe mara pa, xe remiu ram begue!!! (Que todo infortúnio
recaia sobre você, minha comida, minha refeição)
Nde akanga juka aipota kuri ne!!!
(Quero arrebentar sua cabeça ainda hoje)

Cauim e sangue, embriagues e êxtase
É o espírito imortal sorvido em crânios inimigos
Minha ira em cálices de morte…
Seu sangue é minha força vital
Sua morte o signo de minha vitória!!!

Eu vejo o mundo invisível ao seu redor
E o crepúsculo que anuncia uma Era de Sangue
E a profecia das Maracás desferindo o golpe mortal
O estandarte do eterno caos
A dinastia abismal forjada em ódio ancestral
Corpos descarnados, corações arrancados…

Desfrute da ceia triunfal canibalística
E sinta o despertar do espírito da águia…
Sinto a vitalidade selvagem
E a natureza infernal pulsando em minhas veias…
A inocência primitiva que habita a escuridão
A supremacia das Maracás, da idolatria pagã…

Letra da “Onde Sangram Pagãs Memórias”:

Outrora corpos animados de homens comandavam os exércitos,
conquistavam as províncias, possuíam os tesouros,
saqueavam os templos.
Exultavam no seu orgulho, sua majestade, sua fortuna,
sua glória e seu poder. Elas são esvanecidas, estas glórias,
como as terríveis fumaças vomitdas pelos fogos infernais do Popocatépetl.
Nada, salvo algumas linhas de uma página,
para as fazer voltar à nossa lembrança!
(Netzahualcoyotl, Rei de Texcoco)
Há séculos seus campos estão em chamas.
Os meridianos sangram suas memórias,
enquanto seus filhos brincam em jardins de mentiras,
celebrando o vazio, cultuando símbolos inimigos.

Somos totens supremos
Cavalgando nos confins do limbo
Aclamando com orgulho…

Fazemos entoar rumores de guerra
Uma supremacia perdida
e nossa horda de seres invisíveis
Em êxtases animistas blasfêmicos

Somos a tragédia em suas veias
Correndo para nossa fortaleza na intensa floresta
Derramando poemas em lágrimas
Memórias ancestrais…

Nossos corpos estão adoecendo
E lá onde os nobres descansam
Brilha mais uma pálida constelação
De nossos sonhos e pesadelos…

Dançando com minha sombra
Movendo-se na escuridão
Extravasando a fragilidade humana…

Celebrando o invisível em cálices da morte
E rasgando os véus que encobriram sua beleza
Vejo-lhe agora desfigurada
A beleza em rios de sangue correndo de sua face
Nossa Era… Caos…

Letra da “Soturna Selvageria”:

Ouça as derradeiras palpitações
De um coração que desfalece
Ali onde estilhaços de rocha emergem da imensidão
Onde correm os ventos do Sul.
Mundo esquecido que reina em silêncio
Refúgio fascinante de seres aterradores.

Beba do cálice e seus mistérios
Aqueles que não ousam devorar o fruto do conhecimento
E retornar ao estado selvagem da existência
Ouse e reinaremos em soturno legado

“Rostos sábios e corações firmes”
Guerreiros do Fogo
Somos herdeiros de uma Era de Gigantes
Quebrantando as leis santas da Mãe natureza
E os divinos preceitos do Pai
Nós renegamos o seu batismo…

E na noite dos tempos retornamos
Ao estado selvagem da existência
Rastejando como serpentes
Voando como águias…

Libertando para sempre o universo mítico pagão
Libertando para sempre o pesadelo escondido nas lendas

Letra da “Necromânticos Ritos de Guerra”:

Ao rufar dos tambores de guerra
E o sopro de flautas infernais
Pintamos nosso corpo para o massacre
Conduzindo escudos e armas

Recebemos o espírito da força
Evocado em sacrifícios humanos
O sacerdote vê o destino da guerra
No coração palpitante do inimigo

Necromancia…
Conduz-nos às trevas do tempo…
Flechas de fogo, canoas velozes e cantos de guerra
Unimo-nos ao círculo de sanguinárias guerreiras
Seres que habitam na escuridão

Filhos do Demônio aterrador
Violando a cruz e os dogmas
Erguendo o estandarte de força e honra pagã
Perdidos para sempre nas brumas da rebelião
Misantropia!!! Canibal!!!

A Cidade dos Mortos resplandece esta noite para a batalha
Megalíticas fortalezas mancham-se com o sangue inimigo
Agora os seres da escuridão alimentam sua honra e orgulho
Já não vejo mais aqueles que tentaram usurpar o meu trono…

Esta é a Era do Sangue!!!

Álbuns:

Miasthenia – Legados Do Inframundo

Miasthenia – XVI

Miasthenia – Batalha Ritual

Miasthenia – Supremacia Ancestral

[ES – PDF] Mictlanxochitl: La Flor Del Inframundo Que Cresció En Esta Era – Parte 2

Segunda parte do trabalho “Miclanxochitl: La flor del inframundo que creció en esta era” [ENIT].

Adiante com a propaganda anti-humanista!

Descarregue em PDF: Link 1Link 2Link 3 (via onion).

[MÉXICO] Terceira Entrevista a Individualistas Tendendo ao Selvagem: A Mentira Sempre Tem Pernas Curtas

Tradução de uma entrevista de ITS concedida no ano passado à revista política “Siempre!”. Contando com esta já seriam três entrevistas realizadas pela a mídia tradicional ao grupo eco-extremista internacional.

A entrevista foi publicada na revista impressa e no site da empresa jornalística mencionada, embora não de forma completa. Maldición Eco-extremista a publicou inteira e sem cortes e Espectro realizou e nos envio a tradução ao português.

É importante mencionar que desde a publicação da entrevista (2017) ITS se expandiu ainda mais pelas Américas e inclusive pela Europa, com o surgimento de grupos na Grécia, Reino Unido e Espanha. A onda de violentos ataques e mortes também não se deteve.

Vale também ressaltar que apoiamos completamente a decisão de ITS de utilizar a mídia tradicional para emitir a sua mensagem anti-humanista de vingança. Porque não há propaganda “boa” nem “má”, existe apenas a propaganda em si!

1. – Desde quando o grupo existe e em quais outros países operam?

Em 2011 “Individualidades tendendo ao selvagem” (Its) começou a operar, levando a cabo ataques contra centros de pesquisa científica, universidades, entre outros, nos municípios do Estado do México, nas delegações da Cidade do México, em Hidalgo, Morelos, Guanajuato, Veracruz e Coahuila.

Cabe destacar aqui que desde o ano de 2011 até então nós passamos por várias fases, por exemplo, em 2014 formamos um grupo chamado “Reação Selvagem” (RS) junto com uma dúzia de grupos que aderiram ao projeto, operando no Estado do México, Cidade do México e Tlaxcala, deixando de lado o nome “Its”. Já em 2015 RS foi dissolvido para que cada grupo continuasse o seu caminho sem estarem necessariamente unidos.

Em 2016 renasce “Individualistas Tendendo ao Selvagem” (ITS), e até agora temos presença na Cidade do México, Estado do México, Coahuila, Chihuahua e Jalisco. Este novo ITS tem como um de seus objetivos a expansão internacional desta tendência, portanto, em fevereiro deste mesmo ano, grupos de ITS surgiram no Chile e Argentina. Em Santiago, capital chilena, um grupo de ITS incendiou uma máquina do tipo “Metrobus” em plena luz do dia e com passageiros ainda dentro, e embora não houveram feridos, o ataque foi o terrorístico sinal da chegada do eco-extremismo ao sul do continente. Neste mesmo mês, mas em Buenos Aires, capital argentina, um grupo de ITS detonou um artefato explosivo nas imediações da Fundação Argentina de Nanotecnologia, realizou várias ameaças a cientistas e abandonou um pacote-bomba em uma estação de ônibus. Em agosto de 2016 o eco-extremismo chegou ao Brasil, um grupo de ITS detonou uma panela de pressão cheia de pólvora negra no estacionamento do centro comercial Conjunto Nacional, em Brasília.

Devemos reconhecer que nestes anos de atividade o Eco-extremismo teve cúmplices, afins de sangue aderidos à tendência do Terrorismo Niilista, defendida e representada pelas Seitas Egoarcas na Itália. Também surgiram vários grupos na Alemanha, França, Finlândia, etc., que embora não se digam eco-extremistas, compartilham o discurso visceral contra a civilização e o progresso humano, melhorando com isso a “bandeira” do individualismo.

Como é possível ver, não somos um grupo novo que saiu do nada, temos um histórico e as autoridades federais sabem disso, só que nunca nos reconheceram de maneira direta porque não lhes convém e, claro, a grande maioria dos meios de comunicação dissemina a verdade “oficial”, embora esta sempre feda.

2. – Qual é o objetivo de vocês para formar um grupo desse tipo e o que realmente estão buscando?

Individualistas Tendendo ao Selvagem é um grupo de pessoas anônimas com conexões internacionais unidas para fins criminosos, ou seja, somos uma Máfia.

ITS é um grupo com vistas à destruição e ao caos na civilização, detestamos e rechaçamos cada aspecto da vida civilizada, artificial e industrializada que é imposta à Natureza Selvagem. ITS é a vingança esquecida que nossos antepassados nos deixaram. Há séculos atrás os antigos reagiram violentamente contra a chegada dos ocidentais, mas também reagiram da mesma forma contra a chegada das civilizações mesoamericanas. Os nativos caçadores-coletores nômades destas terras nunca se renderam e muitos preferiram morrer ao invés de se submeter a modos de vida alheios às suas culturas. Na ITS nós resgatamos essa resistência selvagem, agora nós reagimos violentamente contra qualquer indício de civilização como fizeram os nossos antepassados mais antigos. ITS é apenas a expressão de algo maior, ITS é também a chuva que inunda cidades, é a avalanche que soterra vilas inteiras, são os raios que acertam infraestruturas alheias ao ambiente, é o terremoto que inesperadamente põe tudo abaixo, é o ataque da onça contra a sua presa, é o belo canto do faisão, o vôo do condor, o nado das tartarugas marinhas, as ervas que saem do pavimento rachado das pestilentas cidades. Todos nós temos um assassino primitivo no fundo de nosso ser, e nós o deixamos sair e isso surgiu e não iremos parar, porque o eco-extremismo é apenas uma expressão do Selvagem, ITS é um grupo de indivíduos com um objetivo comum mas, por si só, o Selvagem sempre prevalecerá.

Cabe ressaltar que nós não queremos voltar para as cavernas, não queremos voltar a ser primitivos como o homo sapiens, e qualquer um que diga isso é um idiota e não leu nada do que nós escrevemos. Isso é ITS, e nós realmente não esperamos que muitos entendam isto, poucos o fazem.

3. – Por que utilizar o crime como um meio para resolver conflitos? Por que ir ao extremo de atentar contra a vida das pessoas? Não há outra saída?

Para nós não há saída pacífica a isto, não há ofertas com ninguém, não há acordos nem negociações, o que estamos vivenciando é uma Guerra entre o civilizado e a Natureza Selvagem. Por acaso há outra saída para as milhares de árvores que são cortadas diariamente pelas mãos humanas? Por acaso houve outra saída para os animais selvagens marinhos presos nas redes dos pescadores legais e ilegais? Por acaso houve outra saída para os nossos ancestrais que foram expulsos de seus territórios e massacrados séculos atrás pelos ocidentais que vieram para “nos conquistar”? Por acaso houve outra saída para a Terra devastada pela extração de minérios das grandes indústrias? Por acaso há outra saída a toda esta loucura civilizada? CLARO QUE NÃO. O humano moderno segue crendo que é o umbigo do universo, segue se sentindo deus e dono de tudo ao seu redor, embora a sua existência signifique para o universo uma total insignificância. Nós, ITS, aceitamos que somos parte do ser humano moderno, só que nós nos demos conta de que ainda somos parte da Natureza Selvagem, porque quando vemos um rio contaminado sentimos raiva, quando vemos máquinas perfurando a Terra nos gera tristeza, quando vemos milhares de carros indo e vindo nas fedorentas cidades sentimos ódio, quando vemos o avanço da mancha urbana sepultando ambientes inteiros sentimos repúdio, quando lembramos que os antigos morreram lutando contra os civilizados a única coisa que sentimos é o desejo de reivindicar a sua vingança e continuar com a sua guerra, e o crime é o punho com o qual batemos. Dizem por aí que em um país cheio de ladrões ser um criminoso é motivo de orgulho, por isso tomamos para nós estas palavras.

Deve-se notar que a nossa causa não é nobre, não é de justiceiros se acaso pensaram isso em algum momento, ITS é um grupo politicamente incorreto de criminosos, defensores amorais do Selvagem, assassinos do que é ocidental e não lamentamos dizer isso porque aprendemos com isso, com o Selvagem. Somos indiscriminados como os terremotos e as inundações, somos bestiais como as onças atacando e discretos como as raposas espreitando.

4. – Existe alguma pessoa ou grupo que patrocine vocês ou algum grupo que esteja com vocês?

Dentro do que chamamos de Máfia Eco-extremista existem vários grupos que, certamente, não são parte de ITS e não tem relação conosco, mas que lideram diferentes projetos de propaganda teórica, porém não há patrocínio de ninguém. São vários os grupos que editam as revistas, escrevem textos com bases filosóficas e antropológicas (principalmente), criam blogs, traduzem artigos, estão a par do que acontece, e mantém isso em um constante fluxo de atividade. Por exemplo, os nossos comunicados estão traduzidos ao inglês, italiano, português, tcheco, polaco, alemão, francês, turco, romeno, grego, galês e até mesmo em hebraico. Isso é a prova de que nossas palavras e atos têm se estendido também graças a todos aqueles e aquelas que simpatizam com a nossa tendência, mas, novamente, estes grupos NÃO tem nada a ver com as atividades de ITS.

5. – O que vocês se consideram? São anarquistas? Qual é a filosofia de vocês?

Não, nós não somos anarquistas. O anarquismo é bastante recente em comparação com o que defendemos. Te digo que naquela época do Iluminismo muitas das ideias liberais começaram a florescer na Europa, houve uma em particular que aquelas velhas massas proletárias se apegaram muito (além do Marxismo), especialmente por suas demandas idealistas, foi assim como o anarquismo teve seu auge no século XIX. Naquela época as pessoas sonhavam com um amanhã melhor, devaneavam em trabalhar no hoje para a “revolução” futura, algo que nunca chegou a ser plenamente realizado devido aos “obstáculos” que os estados colocavam no caminho ácrata. E se esta “revolução” por acaso tiver chegado ela se transformou em algo completamente diferente das ideias originais. É engraçado porque os anarquistas quase sempre eram tão estupidamente nobres que até mesmo deixavam o caminho livre para os comunistas, e então eles se apoderavam de suas realizações e se atribuíam de seus trabalhos, assim aconteceu na Ucrânia, Rússia, Cuba, Espanha e até mesmo aqui, em Veracruz, durante o movimento arrendatário, mas estas são outras histórias.

Voltando ao assunto, o anarquismo é uma daquelas ideias nascidas das demandas progressistas de “liberdade, igualdade e fraternidade”, demandas que nós desprezamos completamente, uma vez que a “liberdade” já não existe nesta era, é uma palavra e prática morta, alguns tolos quiseram se apegar a seu cadáver, mas cedo ou tarde acabam fedendo junto aos restos podres da história. A “igualdade” é um mito, tampouco existe, nada é igualitário, e se alguma vez fosse, o mundo seria uma cópia fiel do romance de Orwell ou pior ainda, do de Huxley. A “fraternidade” é uma questão relativa, mas quando os progressistas a invocam quase sempre se referem a uma fraternidade ou solidariedade com o “próximo”, o que é asqueroso. Como você pode ser fraterno com alguém que você não conhece? A solidariedade promiscua é o que o sistema quer que pratiquemos para que ele siga adiante, porque quanto menos problemas sociais existirem tudo irá segundo o planejado. O sistema precisa de menos crimes, menos corrupção, menos discriminação, menos discussões entre diferentes grupos sociais para que a civilização siga de pé, é por isso que a mídia dissemina tanto esse mito da igualdade, da não-violência e contra a divisão, e é por isso que nós repudiamos a igualdade e somos violentos, porque somos desses humanos que resistem em ser ovelhas do rebanho, somos a contrapartida deste sistema, nossos instintos assassinos voltaram dos lugares mais hostis habitados pelos selvagens. Então, com os nossos ataques estamos honrando a memória de Guerra dos antigos, estamos levando o caos e a destruição a uma civilização que declarou guerra não só a nós, mas a toda a Natureza Selvagem. O vírus do humano moderno se estende, eles destroem bosques, contaminam rios, envenenam a Terra, roubam minerais, vagueiam sem rumo, invadem ambientes, modificam sementes, etc. Eles têm visto a devastação que causaram na Terra e buscam por novos planetas para habitá-los no futuro; o sistema tecno-industrial tornou-se extremista, então por que não reagir da mesma maneira contra todo este lixo? ITS faz isso, reagimos na forma de atentados porque isso é uma Guerra, porque embora aceitemos que somos humanos modernos temos dentro de nós a chama da confrontação selvagem.

ITS não se define ideologicamente, nós representamos uma tendência chamada “Eco-extremismo”, que é anti-política, amoral, suicida, indiscriminada e seletivamente terrorista, pessimista, anti-revolucionária, que realça as crenças pagãs ancestrais anti-cristãs, levanta o nome da Natureza Selvagem, ridiculariza até não poder mais a demência dos valores humanistas, rechaça categoricamente o progresso humano, e não tem problemas em cair em supostas “contradições” no discurso, por exemplo, no uso da internet para realizar propagandas. Tudo está justificado, nesta guerra se vale de tudo.

6. – Como operam? Realizam algum tipo de atividade para conscientizar as pessoas sobre cuidados com o meio ambiente ou seus atos são destinados unicamente, como afirmado à imprensa, a aterrorizar, ferir ou assassinar?

A verdade é que não nos interessa “conscientizar” as pessoas, não somos revolucionários nem nos interessa que as pessoas “despertem” de seu sono letárgico. A massa gosta de viver entre seus próprios excrementos e bem, você perguntaria, e porque então publicar comunicados, propagandas e responder a entrevistas se não querem conscientizar os outros? E a resposta é fácil. Sabemos que há individualistas como nós em alguma parte desta bonita Terra, e sabemos que são muito poucos, estes atos são um eco que chegam a eles, que talvez os inspirem a realizar atentados como nós. Os comunicados nós publicamos não para ganhar adeptos ou para chamar a atenção para a contaminação (por exemplo), mas para reivindicar egoisticamente os atos que são nossos, ITS não permitirá que outros se responsabilizem pelo que temos feito ou que as autoridades afirmem que foi a delinquência comum, NÃO, os atos que fazemos são unicamente nossos e escolhemos um acrônimo na União de Egoístas para gerar uma ferida em nossas vítimas, queremos aterrorizar porque isso não responde a nenhuma demanda política, é apenas por seguir o impulso animal-primitivo e impô-lo sobre o civilizado.

7. – Como vocês escolhem as suas vítimas? Vocês tem contato com elas antecipadamente ou simplesmente as escolhem aleatoriamente?

Depende, o especialista em biotecnologia Ernesto Méndez Salinas assassinado em Cuernavaca, nós o seguimos durante semanas, até que metemos uma bala em sua cabeça em 8 de Novembro de 2011, enquanto ele dirigia a sua camionete por uma das vias mais famosas da cidade.

Com o vice-reitor da Tec de Monterrey aconteceu o mesmo, alguém nos disse que ele viajaria de Monterrey a Chihuahua para um assunto de família, e quando ele saía de uma igreja nós o caçamos e o matamos em Fevereiro deste ano, embora devamos dizer que por uma falha na pistola utilizada não pudemos disparar contra a sua esposa, então decidimos apenas tomar a sua bolsa para que ela não chamasse a polícia, mas se não fosse por isso a sua esposa teria tido o mesmo destino que o seu marido. Foi por isso que as autoridades de Chihuahua disseram que havia se tratado de um roubo, mas eles sabem que não foi apenas isso.

Já o casal que matamos no Monte Tlaloc nós os matamos apenas porque se encontravam no caminho. Originalmente íamos pelos madeireiros, os quais nunca apareceram, apenas estes dois transeuntes “amantes da natureza”. Nós não queremos ver humanos nos ambientes ameaçados por eles mesmos, então os madeireiros, campistas, exploradores e assim por diante também estão na lista. O mesmo aconteceu com a mulher assassinada na Cidade Universitária, já dissemos na entrevista com a Rádio Fórmula porque a matamos, não precisamos dizer mais nada a respeito.

O que queremos deixar claro é que nós não temos uma maneira específica de atacar, da mesma forma que podemos colocar uma bomba em um shopping para que fira a todos aqueles e aquelas que estejam perto do artefato, nós podemos também matar a um cientista especializado e podemos atacar por todas as partes, desenvolvendo-nos prazerosamente no ato de atentar, desfrutando do momento e gerando nervosismo, Caos e desestabilização.

8. – Por que agir dentro da UNAM? Há alguma conexão com algum outro grupo, por exemplo, com o que tem ocupado o auditório Che Guevara?

A UNAM é o berço do progresso, a partir dali são concebidas as mentes do futuro, que estão sempre pensando em melhorar o lixo que está deixando a espécie. A UNAM, a Tec de Monterrey, qualquer universidade pública ou privada, qualquer centro educativo, todos tendem à artificialidade, é por isso que merecem pacotes-bomba, incêndios, balas, terror e morte.

E sobre o auditório Che Guevara, queremos deixar bem claro que nós desprezamos esse lugar tanto quanto nós desprezamos o progressismo. Dentro deste okupa se escondem um bando de hippies fedorentos revolucionários que enchem as suas sifilíticas bocas com álcool, inalam e fumam drogas enquanto dizem que são “livres”, enquanto pagam de fodões, sempre se esquivando da ideia de que também são fantoches; este tipo de gente é o pior lixo. São estas pessoas que estão a favor do progresso humano, mas de uma maneira diferente, não se dão conta de que estão iludidos, mas ainda sim se sentem os mais radicais. Há tempos a comunidade universitária tem os “convidado” para que abandonem a CU, os estudantes bunda mole fazem marchas e entre todas as suas razões para expulsá-los dali dizem que é porque dão “má imagem à UNAM”, que “quando passam fedem à maconha”, rá! Sabem o que vemos aí? Primeiramente, vemos a eterna luta entre “moderados” ou “ultras” da greve de 99 (com muitas nuances claras), e segundamente, vemos a hipocrisia feita realidade, de um lado os “okupantes” se fazendo de coitadinhos, e do outro os estudantes julgando a seu próprio reflexo, como se eles fossem abstinentes. Enfim… Nós não tememos a relação com eles nem com nenhum okupa, organização, nem grupo anarquista, marxista, nacionalista ou de qualquer tipo, pois o que defendemos vai contra o que eles acreditam.

9. – Estamos inevitavelmente em um ano eleitoral, e há quase um ano uma mudança no comando presidencial, há alguma conexão entre suas ações e isso?

Repito, nós não temos ideologias políticas, o que defendemos vai além da política, então pensar que o que fazemos tem um fundo político é repetir o mesmo coro conspiracionista de 50 anos atrás.

10. – Há algo a mais que vocês crêem importante destacar na entrevista?

Nada. Apenas acrescentamos que seguiremos com o que fazemos, nada disso acabou, as autoridades e certos meios de comunicação podem até se fazer de desentendidos e dizer que o que fazemos é falso ou que não fomos nós quem fizemos, não nos importamos, há apenas que enfatizar uma coisa, a mentira tem pernas curtas…

-Individualistas Tendendo ao Selvagem (ITS)

O Último dos Tanaru

Recentemente foram divulgados registros do que parece ser o último dos Tanaru. O homem primitivo é o único sobrevivente de sua tribo que foi massacrada há mais de vinte anos atrás por fazendeiros. Desde então há duas décadas habita sozinho algumas florestas do estado de Rondônia. Os registros mostram que “índio do buraco” vive da caça e da coleta, além de praticar também a agricultura, cultivando alimentos como milho, banana, mamão e batata.

Mesmo após a sua tribo ser dizimada o Tanaru seguiu distante da civilização, sempre se esquivando e desprezando tentativas de contato. É assim que o último dos Tanaru vive, sozinho e primitivamente há mais de duas décadas em meio as florestas após o seu povo ser massacrado por civilizados, tal como uma vez fez Ishi.

 

[PT – PDF] Revista Anhangá N° 2 – Em Guerra Contra a Civilização e o Progresso Humano Desde o Sul

Em destaque

É com tremendo orgulho criminal que apresentamos a segunda edição da Revista Anhangá – Em Guerra Contra a Civilização e o Progresso Humano Desde o Sul, lançada pelo Editorial Ponta de Lança. Desta vez a publicação sai à luz transbordando de valiosos conteúdos sobre a teoria eco-extremista, contendo 150 páginas que se dividem em 47 textos afiados que servem para alimentar as ânsias dos individualistas extremistas e contribuir com a prática terrorística na guerra contra o progresso humano.

Esta edição da Revista é, sem dúvidas, a maior contribuição até então para a teoria eco-extremista de fala lusófana, um aporte que se materializou através de esforços titânicos de cúmplices destas terras e de fora, uma referência ameaçante para aqueles e aquelas que querem materializar o terrorismo em suas mãos e atentar contra a civilização e os humanos que danam e são cúmplices dos ataques à Natureza Selvagem.

A propaganda eco-extremista não se detém tal como a expansão da Máfia ITS e grupos cúmplices.

Que este aporte semeie o Caos e o Terror no seio da civilização!
Adiante com a propaganda e atos eco-extremistas!

____________

CONTEÚDO

1. “Introdução”, por Editorial Ponta de Lança (pg. 1-3)
2. Tocaia (pg. 4)
3. Nós Juramos Vingar (pg. 5-6)
4. Pacto (pg. 7)
5. Revisitando a Revolução (pg. 8-11)
6. Primitivismo Sem Catástrofe (pg. 12-15)
7. Breves Reflexões de Uma Caminhada de Inverno (pg. 16)
8. Selvagens Politicamente Incorretos (pg. 17-19)
9. “Revolução Antitecnológica: Por Que e Como”, de Theodore Kaczynski: Uma Análise Crítica (pg. 20-26)
10. O Retorno do Guerreiro (pg. 27-35)
11. Apocalipsis Ohlone (pg. 36-38)
12. Um Poema de Guerra (pg. 39)
13. É o Momento de Beijar a Terra Novamente (pg. 40-42)
14. Nota Anônima (pg. 43-44)
15. A Ovelha Negra e o Lobo (pg. 45-46)
16. Autexousious Apanthropinization (pg. 47-49)
17. A Solidão e a Auto-realização (pg. 50-51)
18. Funeral Niilista – A Aniquilação da Vida (pg. 52-55)
19. Duras Palavras: Uma Conversa Eco-extremista (pg. 56-65)
20. Eu e Depois Eu (pg. 66)
21. O Rio Que Canta: Uma Última Palavra ao Relutante (pg. 67)
22. As Lições do Estado Islâmico Antes de Seu Colapso (pg. 68-71)
23. Uma Grande e Terrível Tormenta (pg. 72)
24. A Evolução da Dieta (pg. 73-76)
25. Um Falso Escape (pg. 77-78)
26. Lições Deixadas Pelos Incendiários (pg. 79-81)
27. Notas Sobre o Anarco-primitivismo (pg. 82-83)
28. A Noite do Mundo Infernal (pg. 84-85)
29. Halputta (pg. 86-87)
30. Animismo Apofático (pg. 88 – 90)
31. O Mito do Veganismo (pg. 91 – 93)
32. Os Seris, Os Eco-extremistas e o Nahualismo (pg. 94-95)
33. Reflexões a Respeito da Liberdade (pg. 96-99)
34. Conversações Eco-extremistas: Uma Conversa Com Eco-extremistas Mulheres Desde o Norte do Continente (pg. 100-103)
35. A Guerra de José Vigoa: Um Breve Discurso Sobre o Método Eco-extremista (pg. 104-109)
36. Assassinando a Nosso Civilizado Interno (pg. 110-113)
37. (Roma Infernetto – “Mundo Merda”) – Profanação e Devoração (pg. 114-115)
38. Caçador: Um Resumo de “The Other Slavery”, de Andrés Reséndez (pg. 116-118)
39. Guerra Oculta (pg. 119-123)
40. Bélico: Resumo da Revista Black and Green Review No. 3 (pg. 124-128)
41. Humanos (pg. 129)
42. “Hoka Hey” e “Memento Mori”, a Morte Desde a Perspectiva Pagã (pg. 130-135)
43. Por que te amar? Breves Reflexões Noturnas Sobre o Amor (pg. 136-137)
44. Pensamentos Sobre a Moralidade (pg. 138-139)
45. Ódio Misantrópico (pg. 140)
46. Moralidade (pg. 141-142)
47. Fazendo Peróxido de Acetona (Peroxiacetona, “Mãe de Satã” ou também TATP) (pg. 143-149)

Descarregue em PDF: Link 1Link 2Link 3 (via onion).

EDITORIAL

“Para nós, o Watu (Rio) é uma entidade, não uma bacia hidrográfica igual os brancos falam. Assim como lá na Índia tem o Rio Ganges, que é sagrado e as pessoas entendem isso, nós temos o Watu, que sustentou durante muito tempo a nossa existência e o nosso imaginário. Mas aqui no Brasil, rios podem virar esgoto, porque eles são vistos só como um corpo de água. […] As crianças hoje olham e perguntam para aos pais: “O Rio morreu? O Rio acabou?”. Para uma infância isso é uma marca que não tem como recuperar […] Olhar para a Terra, o Rio e a Floresta como mercadoria é um engano muito grande que vai nos enterrar a todos.”, Krenak Ailton sobre a morte de Watu pelas mãos das mineradoras Samarco e Vale

Pindorama — o regresso da conspiração eco-extremista desde este lado do Sul era já prometido, os tremores de terra que recentemente aterrorizaram os civilizados por aqui foram as reações animistas dos passos dados pelos guerreiros da Máfia ITS, novamente rumo à indiscriminada caçada nas extensões da antiga Terra das Palmeiras. Repousamos por alguns ciclos lunares entocados nas sombras e a escuridão. O motivo é porque parte de nosso Editorial se enfadou de uma investigaçãozinha esdrúxula de nome Érebo. Contrariamente ao que esperavam, não nos foi ameaça e então outra vez cá estamos, orgulhosamente dando vida a este projeto propagandístico iniciado há um ano, a Revista Anhangá – Em Guerra Contra a Civilização e o Progresso Humano Desde o Sul, que agora entra em sua segunda edição.

Devido uma série de acontecimentos o primeiro número desta publicação foi lançado inconcluso, mas agradecemos aos wachos que tomaram a importante decisão de lançá-lo. Longe das condições em que conceberam a versão inaugural do projeto, sai agora o N° 2 desta Revista contando com mais de 100 páginas munidas de escritos que nutrem a teoria e prática do individualista eco-extremista. Esta edição nasce de um tremendo esforço cúmplice de manos e minas afins do Sul e Norte. O período entre a primeira publicação e esta é marcado por uma significativa expansão dos grupos ocultos aderentes a ITS, que além de rugidos e mais acometidas pelo Sul, surgiram e cresceram também nas terras do Velho Continente, aquele onde pisaram os bárbaros, os vikings, que com ferocidade e paganismo implantaram o terror no cerne das civilizações europeias. Os esporos do eco-extremismo foram levados por fortes ventos e cruzaram as grandes águas até caírem nos solos da Grécia, onde caminha agora Seita Iconoclasta e Caçadores Noturnos; Reino Unido, terra maldita de Misanthropos Cacoguen e Espanha, extensões de Criminosos Animistas. Já pelo Sul e Norte o ânimo dos guerreiros não se detém, contamos com proximamente uma dezena de mortes em mais de 50 diversificados ataques; pacotes incendiários e explosivos abandonados indiscriminadamente estraçalhando a carne e impondo o terror; incêndios selvagens contra máquinas, instituições e objetos; explosivos abandonados contra alvos específicos e exitosamente detonados; ataques armados contra seguidores de cristo e montanhistas deixando mortos e crivados de bala; ataques armados contra estruturas de megaempresas; ameaças de bomba, envenenamento e maldições; punhaladas homicidas contra sacerdote e funcionário de universidade; ataques bombistas contra universidades e centros de pesquisa; tiro certeiro em crânio de vice-reitor de instituto tecnológico; assassinato de drogada e tantos outros que por questões estratégicas não foram reivindicados publicamente. Como apontam os meios gringos já somos uma ameaça terrorista internacional crescente no mundo. O que se originou lá pelo ano de 2011 no México se espalha pelos quatro cantos como uma maldita praga e agora tem presença em diversas cidades de vários países em três continentes. A Máfia Eco-extremista é nutrida pelo ódio catastrófico contra o progresso humano que destrói a tudo o que é Selvagem, contra o progresso civilizado que exterminou os nossos antepassados, suas crenças e modo de vida, contra a lógica ocidental de domesticar e manipular o que é silvestre, contra o esquematizado pensamento religioso moderno e o racionalismo ateu que deprecia e destrói o senso animista de sentir, ver e entender o mundo, e sobretudo pela serenidade e Caos que habita dentro de nós, a força antiga que nos empurra a reviver os adormecidos instintos e recordar os nossos antepassados e que um dia fomos parte de tudo isso, do entorno e vida selvagem, antes da chegada dos civilizados.

A alguns de nós nos enfurece saber através de nossos avós e bisavós que há três gerações passadas fomos forçados a abandonar nossas terras ancestrais e submetidos a sobreviver marginalmente no entorno domesticado enquanto as florestas eram cortadas, os montes explodidos e escavados e os rios barrados e drenados; nos dói não poder chamar o que vemos ou comunicarmo-nos através do nosso idioma akwén porque mataram-no por dizerem que falar a nossa própria língua é sinal de demência e atraso, nos entristece saber que nosso entendimento foi completamente entorpecido por costumes e crenças alheios aos que praticamos desde tempos imemoriais e que em seu lugar nos empurraram goela abaixo o cristo. Por tudo isso é nossa guerra, por nós mesmos, pelos Antigos, pelo pouco que resta do entorno selvagem e pela certeza de que os atos daqueles que assassinam os Espíritos da Natureza não quedarão impunes. Landerretche soube muito bem disso após os wachos cúmplices da Horda Mística do Bosque enviarem a seu endereço um pacote explosivo que detonou em suas mãos e que, por sorte [dele], não o matou. O bastardo é um dos cabeças de uma das maiores mineradoras do mundo. Certeza que seu nome segue entonado nos cânticos de guerra dos mafiosos e que cedo ou tarde a vingança outra vez toca a sua porta. Samarco e Vale são outros dois monstros mineradores responsáveis por causar destruições de proporções colossais como a do Rio Doce e tantas outras, por isso a citação do Krenak. Outro motivo para a citação é porque no passado e por aquela mesma região foi onde centenas de nossos bisavós foram forçados a abandonar as suas terras. Os rios, as florestas, os solos, os animais, os montes, tudo era morto ou tomado com a chegada do progresso e dos civilizados e com isso morria também parte de nós. Em vista disso não nos resta mais nada senão a guerra de vida ou morte, somos inadaptáveis a este mundo moderno; não apenas por sensatez, mas sobretudo por instinto e pelo chamado primitivo daqueles que vieram antes que acudimos. Caminhar nas urbes sentindo através do chão a respiração ofegante da Terra sepultada pelo cimento não é algo que deixaremos passar despercebido, por isso regressamos com o segundo número da Revista Anhangá, esperando que o material contido nesta publicação nutra e muna o imaginário e a força de tantos outros individualistas guerreiros e as guerreiras, tal como Regresión, Ajajema, Extinción e Atassa tem feito.

Nesta edição serão encontrados escritos sobre a espiritualidade eco-extremista, potencialidade do individualismo, debates e críticas sobre moralidade e valores civilizados, reflexões sobre humanismo e violência indiscriminada, escritos sobre veganismo e a evolução da dieta, críticas a ideologias esquerdistas e a crença numa revolução, escritos sobre reavivamento de memórias e práticas guerreiras, cosmologia pagã, apontes sobre misantropia e extincionismo, apontes sobre primitivismo, lições tiradas de grupos terroristas, banditistas, de assaltantes e movimentos de libertação, além de vários poemas, canções, textos filosóficos, manifestos pessoais, um manual para a fabricação de Peróxido de Acetona e uma análise crítica desde um olhar eco-extremista da mais recente obra de Theodore Kaczynski.

Como um órgão difusor da Máfia Eco-extremista esperamos que o material contribua não só para aqueles guerreiros e guerreiras que estão de pé e em guerra contra o Sistema Tecno-Industrial, mas também à aqueles e aquelas tendentes à selvageria, aos criminosos, antissociais, egoístas, misantropos, anarquistas caóticos, niilistas terroristas e tantos outros que semeiam no aqui e agora o Caos no interior desta civilização, que atacam seus valores, suas estruturas e instituições e também os seus engenhos tecnológicos.

Com profundo respeito pedimos a Yayá que desde sua gruta nos dê sabedoria em nossos movimentos. Certamente quando os civilizados escutarem o assobio estridente do vento, saibam que desde a tocaia fomos convocados por este furioso espírito para atacar e matar. Por vingança, apenas. Tais como as catástrofes somos uma das respostas da Natureza Selvagem a toda esta artificialidade, porque também somos parte dela e de sua reação. Indiscriminados bravios desprovidos de valores morais, como as tempestades, terremotos, furacões e outras catarses que não elegem classe social, sexo ou cor na hora de suas manifestações homicidas. E para finalizar queremos carinhosamente agradecer aos manos e as minas cúmplices destas terras e de fora, a Nẽn-pém, XXX, Urucun, Xale, aos manos da Revista Ajajema e alguns outros que dispensaram citações, que ademais de contribuírem de algum modo para o seguimento desta revista são também fonte de grande inspiração; alguns geograficamente mais próximos, outros mais distantes, mas todos na mesma guerra contra a civilização e defendendo com garras o mesmo projeto, a Máfia ITS.

Pedimos que os Espíritos da Terra acobertem os passos dos afins de sangue e de guerra e que a terrível fúria de Yayá recaia sobre aqueles que destroem a Natureza Selvagem.

A Tocaia segue até a tua morte ou a minha… GUERRA!

Grupo Editorial Ponta de Lança

Outono de 2018

Contato: pontadelanca[at]pm.me