[ES – PDF] Mictlanxochitl: La Flor Del Inframundo Que Cresció En Esta Era – Parte 2

Segunda parte do trabalho “Miclanxochitl: La flor del inframundo que creció en esta era” [ENIT].

Adiante com a propaganda anti-humanista!

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Você não tem que gostar de nós, mas tem que lidar conosco (ou porque seus anarco-pedaços são uma merda)

Tradução do texto “You don’t have to like us, but you do have to deal with us (or why your anarco-stinkpieces are shit)”, escrito originalmente em inglês por Sokaksin. A tradução do espanhol ao português foi realizada por Anhangá.

NOTA: apenas alguns pensamentos enojados, nada de espetacular. Eu estava pensando outro dia sobre todos os trabalhos escritos contra o eco-extremismo e decidi lançar alguns pensamentos rápidos a respeito.

Tenho estado envolvido com tendência já há algum tempo e tenho dedicado muito tempo a isso, então acabei vendo uma boa dose da indignação moral que rodeia o eco-extremismo. Toda a merda orquestrada pelos anarco-coletivos são tão velhas quanto o próprio eco-extremismo. A libertação coletiva das transgressões de assuntos tão santificados como os ataques a “inocentes”, a depravação da violência, o rechaço à gloriosa revolução, a solidariedade com as classes eleitas de oprimidos, blá, fodidamente, blá. O editor da Atassa, geralmente reservado a seu trabalho como mestre de memes e teórico de assuntos mais dignos que o chiado dos anarquistas, chegou a publicar recentemente um artigo que aborda algumas das questões mais comuns e inertes que surgiram em torno das atividades de ITS e do eco-extremismo nos últimos tempos, é possível ler aqui. Maldición Eco-extremista também foi suficientemente amável para oferecer mais esclarecimentos aqui.

Mas de certa forma a refutação de Atassa bem como as inumeráveis outras que ITS e companhia tem tido a paciência de produzir foram postas de lado e é bem verdade que todo o chiado e a fúria dos anarquistas vomitando continuou através da interwebs de seus virtuosos ajustes de vitríolo nos últimos dois anos de atividade eco-extremista, e isso invariavelmente representa pilhas de merda moralista. É um chiado chato, cansativo e vazio que apesar de seu grande showzinho, não diz nada. Pessoalmente, quero dizer que isso seria um pouco mais interessante se houvesse ao menos um fragmento de engajamento crítico com o que o eco-extremismo realmente pede para que considerem. Mas não, pelo contrário, temos a velha tática esquerdista de se dobrar frente a oposição. O progressismo, o humanismo e sua turma são como uma criança estúpida com as mãos sobre os ouvidos gritando para manter o som distante, apenas para gritar mais alto contra cada contradição de seus delírios. E assim temos as mesmas repetições das mesmas desesperadas fantasias progressistas humanistas de esquerda que não foram cumpridas agora por mais de cem anos.

Mas eu poderia perguntar, sejam honestos com vocês mesmos por um momento. O projeto progressista vive ou morre nestas esperanças e sonhos. Vive desta rejeição sempre tão humana da beleza do mundo que já está diante dela. Em vez da grande beleza do todo, se vê apenas um mundo que de alguma maneira tem caído fundamental e irremediavelmente. E deste mundo decaído evocam histórias de uma salvação em um mundo de sonhos além do imanente. Um mundo de florescimento humano, igualdade, paz, amor, etc. E eu não posso permitir que estes sonhos desapareçam por medo de desmoronar completamente. Mas estes sonhos progressistas e seus contos (isso vale para os anarquistas, os comunistas, etc.) não podem sobreviver em um coração que se abriu para a vida além dos mundos oníricos dos homens e que viu o vazio e a vaidade do “progresso”. Ele abriu os seus olhos para mostrar que os contos desmoronaram e que um mundo melhor para além deste é apenas uma mentira. Vê que “o bem” já está diante de nós na terra, nesta realidade final e indomável, em toda a sua graça, mas também em toda a sua terrível ferocidade, porque a luz e as trevas são uma só com a vida do todo. Como disse Jeffers: “O Deus do mundo é um traidor e está cheio de injustiça, Um torturador, mas também/ A única fundação e a única fonte”.

E assim as tensões pessimistas, niilistas e inumanistas do eco-extremismo são os pesadelos que atormentam os sonhos que constituem as fundações de todo o ideal humanista e progressista. A criança se contorce diante dos monstros que vêm à noite, se rastejando nas sombras de seus sonhos para aterrorizá-la e derrubar as suas fantasias mais queridas. E ela chuta, grita e acorda de seu sonho, se tremendo, neste mundo escuro e impiedoso, suando frio.

Eu diria apenas que você não precisa gostar do eco-extremismo. Te entendo. É chato ter alguém que mergulhe uma hora de aço frio no coração de seus sonhos. Mas, deixando um pouco de lado os seus pequenos aborrecimentos com o eco-extremismo, lamento dizer, mas você de qualquer forma terá que lidar conosco. Não iremos nos retirar. Isso porque não somos um simples bando de criminosos violentos que destroem e matam em nome da terra ou simplesmente um coletivo de escritores nervosos na Internet. Para além de nossas próprias individualidades, o que representamos, o que se manifesta através desta tendência, é tão atemporal como o próprio mundo. Esta escuridão eterna, o inefável e distorcido caos que trabalha no coração do mundo. Os homens, quando não haviam se esquecido dos caminhos da terra, haviam falado de nós desde quando falaram pela primeira vez do mundo em suas histórias. Nos relatos dos deuses mais sombrios. Porque nós somos um junto aos deuses que trazem os fogos que devoram casas na Colúmbia Britânica, porque também somos um junto deuses que trazem um oceano que se arrasta para devorar as casas dos homens arrogantemente construídas sobre pântanos antigos, porque também somos um junto aos deuses que trazem ventos furiosos que descem do céu para rasgar as casas dos homens através de grandes tornados.

Como individualistas neste repugnante Leviatã somos os das velhas histórias que falam que fizeram pactos com os deuses das trevas. Vendo a profanação de tudo o que é belo para nós decidimos ficar do lado de tudo o que devora este atual mundo cinza, ao invés das vazias promessas do homem e de suas obras. E assim, o eco-extremismo é mais que uma espinha em seus estúpidos projetos políticos ou um grupo de psicopatas “problemáticos”. É uma mensagem da escuridão, manifestação daquelas energias sinistras e primordiais do mundo que são mais velhas que o próprio homem. E assim, o som da última bomba eco-extremista se quietará, e se as últimas palavras pronunciadas contra a tendência forem esquecidas, ainda sim terão que lidar conosco. Todas as mais nobres proclamações de seus coletivos anarquistas do mundo inteiro não os salvarão.

-Sokaksin

[ESPANHA] Comunicado 52 de ITS — Criminosos Animistas

Floresta - Eco-extremismo - Bosque - Amazônia - Indígenas - Terrorismo - Ecologismo - Niilismo - Misantropía - Individualismo - Ecologia - Guerra 71.jpg

É como grande ânimo que divulgamos aqui o comunicado 52 de ITS e anunciamos também o surgimento de um novo grupo na Europa, desta vez, desde a Espanha, o que o faz ser o terceiro país do Velho Continente a ter operações declaradas de grupos eco-extremistas. Criminosos Animistas ruge atacando indiscriminadamente desde as malditas urbes europeias e se une a horda de individualistas terroristas pelo caos e a destruição.

Força à Máfia ITS e afins na América e Europa que segue imparável!

Apoio total aos individualistas terroristas em tocaia!

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Já se ouvem os ferozes trovões atingindo as cidades do “Velho Continente”, onde uma massa deformada e artificial de humanoides híper-civilizados não vive, mas vegeta. Já se escuta o vento tempestuoso, aquele que é um presságio para chegada da tragédia. Começam a cair as primeiras gotas de inumanas nuvens negras que cobrem o céu com sua escuridão desconhecida…

Aqui está a tempestade! Todos sabiam que mais cedo ou mais tarde ia acontecer! Os híper-civilizados olham estranhados ao céu, não sabem ainda o que está por vir… Mas quando olham nos olhos da destruição, do caos, da morte, o terror se apoderará deles e correrão para se esconder. Alguns poucos, no entanto, escutarão o chamado da tormenta, o rugido do trovão, o grito do vento e da chuva, e acudimos a ele com as facas recém afiadas, cheias de ódio pela desprezável humanidade de merda… Porque somos estes selvagens egoístas que desfrutam com a morte, que se regozijam com a miséria humana!

Essa tempestade é a Máfia de ITS. Esse grupo de criminosos eco-extremistas e terroristas niilistas que em janeiro deste ano cruzou o atlântico até a Grécia e que hoje, apenas alguns meses depois, já se encontra operacional em dois outros países europeus.

Atacamos misantropicamente a sociedade tecno-moral de maneira indiscriminada porque nos repugna a humanidade, essa coisa ridícula que apodrece nas cidades cheias de fumaça, que se arrasta do trabalho à casa e de casa ao trabalho, como máquinas sem vida, a cada segundo de sua existência insultado tudo o que para nós é sagrado. Odiamos doentiamente seus costumes, suas rotinas, suas aspirações, suas não-vidas… queremos vê-los todos mortos! Nós vivemos entre vocês seus bandos de lixo humano e fracos, vivemos sem levantar nenhuma suspeita, sendo apenas algumas ovelhas a mais, sorrindo no momento necessário para passar despercebidos, somos essas amáveis criaturas que os cedem amigavelmente o assento no transporte público… por trás destes sorrisos estão escondidas as nossas intenções homicidas!

Golpeamos mortalmente a moral do ataque. Como é que podemos sentir empatia por este estúpido animal domesticado que vive longe de sua essência natural? Por acaso existem humanos inocentes diante da humilhação da Natureza Selvagem? Quem crê nisso é um iludido, um humanista ou um tolo (ou os três). Atacamos, sim, alheios ao dualismo das avaliações humanistas. Tanto faz para nós se é rico ou pobre, se é homem ou mulher, se é branco ou negro, o humano moderno é nosso inimigo e nisso não fazemos chatas distinções moralistas. Ou será que a Natureza Selvagem faz distinções quando se manifesta com a brutalidade que a caracteriza? Fizeram distinções os antigos guerreiros bárbaros deste continente? Esta pergunta você pode fazer para as populações inteiras massacradas por aquelas “bestas do norte” Vikings.

Em nosso atuar não há nenhum fim político a alcançar, não buscamos nenhuma revolução, não temos demandas de nenhum tipo, muito menos queremos voltar atrás no tempo. Atentamos porque essa Força Desconhecida que escondem as montanhas, os bosques, os rios, os animais selvagens, a Lua… essa que portam os tsunamis, os terremotos, os vulcões… essa força está também em nós, em forma de escuros, violentos e primitivos instintos. Nós somos humanos civilizados, mas sabemos que nem todos os séculos da vida civilizada conseguiram eliminar estes instintos. O humano moderno os reprime, os mantém insatisfeitos, os encadeia com sua deusa Razão… nós aguardamos com ancestral paciência os momentos em que libertá-los, para saciá-los momentaneamente abraçando o caos!

Como é possível ver, não fazemos a secular e moderna distinção entre nós como sujeitos e a Natureza como objeto. Somos guerreiros pagãos em defesa extrema do Selvagem, mas não entendemos o Selvagem como algo alheio a nós. Pelo contrário, o Alheio é para nós a vida civilizada a todos os seus níveis, e é por isso que atacamos sem mais considerações que o estratégico.

Carecemos da esperança de um amanhã melhor, somos conscientes do final que nos espera nesta guerra desigual. E ainda sim atacamos, como fizeram os antigos.

Assim, reivindicamos que na noite do dia 18 de abril saímos pela cidade de Valência com um saco de lixo. Nele não havia restos de comida, mas um artefato incendiário de cerca de 5 litros com um pequeno explosivo preso e desenhando para detonar momentos após o artefato ser ativado, isso para expandir o fogo no caso de algum nobre cidadão pensar em apagá-lo. Caminhamos decididos e com os antigos em nossa mente, em nossos bolsos portávamos amuletos pagãos de guerra concedidos pelos espíritos do Desconhecido. Abandonamos o artefato de maneira indiscriminada em plena rua, ao lado de uma fileira de carros. Acendemos o pavio com tranquilidade e desaparecemos do lugar sigilosamente. Embora não pudemos saber os danos causados porque não lemos nada na imprensa local sobre o incêndio, sabemos que o artefato foi ativado, porque uma vez longe do lugar, escutamos a explosão. O pavio artesanal funcionou corretamente e o fogo acudiu a nossa chamada. Aí fica o nosso presente à normalidade e estabilidade da pacífica noite civilizada…

Nesta ocasião o fogo consumiu alvos materiais porque assim desejaram os nossos egos, mas foi também um atentado em que carbonizamos os valores humanistas que regem a vida civilizada, impondo nossa vontade autoritariamente acima das propriedades dos cidadãos anônimos e destruindo o binominal bem-mal para elevar sobre as ruínas os nossos interesses egoístas. Não se sabe quando e onde voltaremos a aparecer, não se sabe qual artefato esconderemos então e se nosso objetivo será material ou humano… que os espíritos nos guiem nesta guerra!

Força para os irmãos e irmãs terroristas da Máfia em América e Europa!

Força também para a Célula Fogo Selvagem e para todos aqueles que atentam anonimamente! E recordamos ao terrorista das 7 bombas, Mark Conditt, com especial respeito!

A Máfia se expande com a tempestade… temos o caos em nossas mãos!

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Espanha

– Criminosos Animistas