[INDONÉSIA] Massacre Ancestral: Mais de 2.000 Mortos

Havia sido informado dias antes em ME sobre o terremoto e posterior tsunami que afetou uma das ilhas da Indonésia. Fomos testemunhos da completa superioridade da Terra sobre a civilização, de como a Natureza Selvagem desatou toda a sua vingança contra os assentamentos da humanidade. Havíamos informado e o faremos outra vez, para regojizar-nos com a desgraça humana, para regojizar-nos com o Caos único da Terra.

Naquele momento havia sido informado 500 mortos e a cifra agora ultrapassa as 2 mil vítimas humanas fatais. Lembramos também que houve uma erupção vulcânica, tornando mais magistral a mensagem de desolação e impotência da humanidade ante a esmagadora força da Terra.

Salve à Caótica Natureza Selvagem!

Pela fúria das erupções, dos terremotos e ondas gigantes!

Transcrevemos parte de uma nota da imprensa, como registro do Caos:

“É por isso que fugiram às pressas para as colinas mais próximas. Foi isso que fez Melsi Pangalo. A jovem já está há cinco dias à sombra de uma árvore junta a uma extensão de um monte de escombros, madeiras e móveis onde antes era sua aldeia: Loli Saluran. Sobre sua perna está dormindo o seu filho de dois anos.

“Todos saímos correndo para as montanhas. Passamos seis horas lá e depois descemos. Então descobrimos que quatro pessoas que não haviam fugido morreram. Uma era minha avó. Ela tinha 60 anos e não podia correr”, relata.

Os manguezais secaram e a costa -antes propícia para o banho- está repleta de árvores arrancadas, postes de eletricidade e restos de todos os tipos.

Quem anda pelo porto pode dar de cara com meia dúzia de barcos encalhados ou submersos, e um -o Haji Anti Ismael- embutido no meio das ruas. “Nós estávamos ancorados a vários metros da costa e quando o tsunami chegou, ele nos empurrou contra a cidade”, diz gritando da embarcação, que segue usando como abrigo temporário.

Recorda que as ondas começaram a balançar o navio de pesca de forma violenta. Ele e os outros quatro membros da tripulação se agarraram ao mastro e começaram a gritar “¡Ala Uakbar! ¡Ala Uakbar!” (“Deus é grande”). “Eu pensava que todos nós iríamos morrer”, acrescenta.

No bairro de Tanjun Gato, perto do mar, morreram cerca de 40 pessoas. Uma dúzia delas, crianças que estavam em um colégio que acabou sendo engolido pelo mar.

A área é uma sucessão de habitats semi-afundados no oceano. Um prédio de quatro andares está totalmente escorado em meio à água, à espera de outra réplica que acabe com o que começou o movimento sísmico.

“Uns 20 a 30 metros de litoral sucumbiram com o terremoto. Um armazém, uma estrada… Desapareceram com a água. Antes na praia a água chegava até o seu joelho. Agora não há praia, mas um desnível de 30 metros.”, diz Wawan Tuliabo, de 26 anos.

O rapaz descreve uma área em que novas casas foram construídas ganhando espaço ao mar. Foi o mesmo terreno que ele voltou a recuperar no dia 28.”


Humanos

Odeio a todos os humanos
Vejo-os como animais comuns
Aqueles que eles comem e servem
Tremendo a mão como o velho que se enforcou em prejuízo da hoi polloi* da cultura das prisões
Nunca são capazes de captar o mundo fora da moral cristã
Este é o animal que as sociedades de moradores conversadores criaram e domesticaram
Odeio a todos os humanos
Os tipos progressistas se emaranham no eterno Panchreston** por uma liberdade que emana da mente
Nunca existiu e nunca o fará
Os perpetuadores da ética religiosa
Filhos do humano
Detesto os materialistas obscuros, esses pretensiosos sacos de merda, os zumbis ocos de duas caras da sociedade do consumo
Detesto os idealistas, os mórmons imbecis da consciência que não podem captar o mundo pelo que ele é
Cravo uma faca no coração coletivo, pensando e atuando!
Eu odeio a todos os bastardos!
Vocês podem me escutar, putos cadáveres?

Todos os sonhos estão mortos porque isso é o que merecem. Tudo deve perecer!
Sua alienação é total! Nada resistirá se eu puder destruí-lo!
Eu busco apenas as maneiras de danar e destruir a tua existência!
Eu respiro um desprezo atroz e um ódio não diluído
Toda
a minha vida estive rodeado por estes tolos que aspiram a rasgar a minha carne se eu não esconder as minhas verdadeiras intenções e pensamentos do além
Humanos.
A evolução biológica d
os patas das ovelhas!
Uma nova raça para o massacre, a definição da escravidão e a contaminação que açoita sobre mim para entrar na porta do metafísico
O que me transforma em um organismo aleijado possuído pela busca da essência
Odeio a todos os humanos
Animais superestimados, um erro da natureza.

Archegonos

*Expressão grega que significa “a maioria”, fazendo uma conotação depreciativa da classe obreira das massas ou das pessoas comuns.

**Palavra grega para definir uma explicação que tenta abordar um problema complexo tentando explicar todas as possíveis contingências.

O Rio Que Canta: Uma Última Palavra ao Relutante

Extraído da Revista Ajajema número 4.

Diz-se que o rio Pascagoula, que está dentro do que agora é o estado Norte Americano de Mississippi, canta. O que seriam os estranhos sons feitos pelo rio que muitos dizem que soam como cantos? Alguns creditam a musicalidade do rio a Sereias ou outros seres mitológicos. De qualquer forma, a lenda mais popular data da época anterior a chegada dos europeus, quando o que agora é o Sudeste dos Estados Unidos estava dotado de muitos cacicaços poderosos. De acordo com a lenda,

As tribos Biloxi e Pascagoula viveram por séculos de forma pacífica onde agora é o sul de Mississipi, antes que uma separação entre as tribos resultasse em sua mútua extinção. Altama, cacique dos Pascagoula, se apaixonou por Anola, uma princesa Biloxi que estava noiva do Cacique dos Biloxi, indo contra as tradições das tribos. Altama e Anola queriam estar juntos sem se importar com as consequências. Em resposta, os Biloxi fizeram guerra contra os Pascagoula, matando-os e tomando-os como escravos devido a decisão que Altama havia tomado. Eles decidiram permanecer leais a Altama, e como grupo pensaram que era melhor morrer pelas próprias mãos do que converter-se em escravos, acreditavam que se encontrariam novamente no mundo dos mortos e viveriam em um mundo sem guerra. Altama, Anola, e o povo Pascagoula escolheram afogar-se no rio, e enquanto cantavam sua canção de morte, deram as mãos e caminharam rumo às águas. De acordo com a lenda local, a desaparição do povo Pascagoula ecoa nos míticos sons que vem do rio.

O principal elemento da subjugação que a civilização utiliza é o medo. A domesticação e a escravidão não existiriam sem o medo, sem a firme convicção de que não há nada pior que a morte, que a escravidão e a servidão são melhores alternativas que o final de nossa existência material individual. Deveríamos recordar, especialmente aqueles de nós que viemos de algum dos povos discutidos nestas páginas que nós também somos filhos do medo. Muitas pessoas, como os Pascagoula, tem agora poucos ou nenhum descendente, mas chegaram a conclusão de que era melhor guerrear e/ou morrer que viver como escravos. Somos os filhos da derrota, os nascidos mortos da liberdade. Mas já é demasiado tarde para este tipo de discurso…

Talvez a civilização dure outros dez anos, ou outros dez mil anos. Talvez sejamos hostis a ela agora, mas nos resignemos daqui algumas décadas. Pode ser que sejamos forçados a alimentar a nossos próprios filhos com mentiras e engolir nosso orgulho para suportar o dia. No mínimo, não deveríamos engolir nosso orgulho por completo, nem deveríamos engolir a falsidade da irmandade universal ou o progresso humano. A cada momento nesta apodrecida sociedade deveríamos dar-nos conta de que nos é vendida uma farsa, e alimentar o ódio e o ressentimento de acordo com isso…

Nós os editores não somos capazes nem estamos dispostos a te oferecer sugestões do que você deveria fazer com isso, só que é este ressentimento que te faz manter-se humano, animal e vivo. Mesmo se nenhuma catástrofe acabar com a civilização, a catástrofe de nossa própria domesticação é suficiente para fazer-nos refletir sobre o quanto temos perdido e o que se pode ser feito a respeito. Não há soluções fáceis, e provavelmente nunca houve. Deveríamos nos apegar a esta íntima parte de nós mesmos que a civilização nunca pode tocar, a parte que inspira medo ao híper-civilizado e que se manifesta nas sombras: uma ameaça invisível constantemente em tocaia.

E para aqueles que fazem um pouco mais do que isso, podemos finalizar oferecendo esta dobra pagã eco-extremista:

Que a lua os siga guiando. Que a chuva os refresque.

Que o sol aqueça seus corpos. Que os console o som dos grilos.

Que a Terra manche seus pés. Que as montanhas lhes ofereçam refúgio.

Que a escura noite os esconda. Que suas pegadas sejam apagadas pelo vento.

Para sempre!

Chicomoztoc, 2 de Dezembro.

Apocalipsis Ohlone

Reflexão do editor-chefe da revista Atassa.

Estive lutando um pouco para chegar a uma reflexão sobre o décimo nono comunicado de ITS, considerando que creio que é importante e digno de um comentário. Há algumas coisas que ainda não estou seguro sobre este texto, e algumas outras que creio que se articulam de uma maneira fascinante. Por exemplo, este é o primeiro texto eco-extremista que é expressamente extincionista, ao menos nos termos da espécia humana em seu estado atual em 2016. Não creio que isso tenha sido abordado antes de modo tão cru: no máximo, em alguns textos eco-extremistas foi falado de ataques indiscriminados como se as vidas dos híper-civilizados não importassem. Aqui, a diferença é que o texto abordado diz que o híper-civilizado deve ser extinto. Ponto final.

Eu observei que no passado as culturas mais civilizadas tinham um ponto de vista apocalíptico (“Apocalipse” em grego significa “Revelação”). A civilização sempre teve um desejo de morte. Os líderes de algumas das nações mais poderosas da Terra hoje professam religiões que creem que o mundo terminará com uma chuva de fogo, e que isso é uma coisa boa. Outros são guiados por ideologias que afirmam que o mundo físico é meramente uma ilusão. O estranho então não é que o eco-extremismo tenha uma visão pessimista da humanidade, é mais, é que os que criticam o eco-extremismo sobre este fato nem se dão conta de que isso não é nada excepcional no contexto da civilização, como se desenvolveu durante milhares de anos. De fato, a questão mais urgente, comparativamente falando, é porque o progressismo de esquerda consideraria a humanidade como algo distinto de um esforço finito: um projeto com uma data de vencimento. O livro “The Ohlone Way: Indian life in the San Francisco-Monterey Bay Area” de Malcolm Margolin, é um dos livros mais influentes que já li nos últimos anos. Cresci naquela parte do mundo, então sua descrição da terra antes da chegada dos europeus me tocou como uma tonelada de tijolos. Lembro-me desta região como um intercâmbio entre a terra agrícola e urbana, com um terreno montanhoso selvagem no meio. Antes dos europeus, a terra estava úmida e cheia de caça, era o lugar de animais como a lontra do rio e o urso pardo que já não podem mais ser vistos ali.

Um trecho interessante no livro indica que o “Ohlone” (agrupamento das tribos linguísticas dessa região que possivelmente seja arbitrária), tinha um sentido de natureza finita da existência humana como um todo. Como escreve Margolin:

“Mas no fundo [o Ohlone] sabia que seu mundo estava condenado, destinado à completa destruição. No princípio, no Tempo Sagrado, o poder era puro e impressionante, mas desde então esteve sempre deslizando, diminuindo em qualidade, quantidade e intensidade. As pessoas de hoje eram menos poderosas que seus avós antes deles. Um pessimismo e um fatalismo enraizados percorriam sua visão de mundo. As coisas estavam piorando em cada geração, e em algum momento no futuro deste magnífico mundo, como os mundos anteriores, estaria minado pelo poder. As pessoas deixariam de fazer suas danças e cerimônias, e o mundo Ohlone – seu formoso mundo vivo – entraria em colapso sobre si mesmo e se dissolveria no caos. Então talvez os espíritos se levantariam novamente, misteriosamente nascidos de uma inundação – espíritos como a Águia, o Coiote e o Colibri – para criar mais uma vez um mundo novo, claro, incrivelmente poderoso, um mundo talvez povoado por uma nova raça de pessoas, mas um Mundo que certamente não teria os Ohlones.”

Estou disposto a admitir que algumas das ideias de Margolin podem aqui ser uma profecia posterior aos acontecimentos de um povo conquistado. Mas existe uma interessante base existencial para os povos indígenas da costa central da Califórnia acreditarem nisso. Por um lado, relativamente falando, não havia muitos deles. Estes indígenas viviam em uma terra cheia de animais, e o homem nem sequer era o animal mais perigoso da Califórnia antes da chegada dos europeus. Havia uma boa chance de que os adultos fossem atacados por ursos pardos ou perseguidos por gatos selvagens, assim como nesta era moderna, sempre há uma boa possibilidade de morrer de um acidente de carro. Margolin escreve:

“Mas o conhecimento íntimo dos animais não levou à conquista, nem sua familiaridade desprezada. Os Ohlones viviam em um mundo em que as pessoas eram escassas e os animais eram muitos, onde o arco e a flecha eram o auge da tecnologia, onde um cervo que não se aproximasse de uma maneira adequada poderia escapar facilmente, e um urso poderia concebivelmente atacar. Vivia em um mundo onde o reino animal ainda não havia caído sob o domínio da raça humana e onde (como é difícil para nós compreender plenamente as implicações disso!) as pessoas ainda não se viam como os senhores indiscutíveis de toda a criação. Os Ohlones, como os caçadores de todo o mundo, adoravam os espíritos dos animais como deuses, imitavam movimentos de animais em suas danças, buscavam poderes animais em seus sonhos e até mesmo se viam como pertencentes a clãs com os animais, como os seus antepassados. A poderosa e graciosa vida animal da Área da Baía não só encheu seu mundo, mas encheu também suas mentes.”

O híper-civilizado, é claro, interpõe-se, a “Água debaixo da ponte!” aqui, mas na verdade não é. Meu próprio senso é que, o ódio à humanidade por si só é gerado por muita familiaridade. Os povos indígenas do centro da Califórnia (e de outros lugares) podiam olhar uma paisagem, pradarias, montanhas, rios, etc., e ver uma abundância de vida, uma panóplia de seres vivos. O homem moderno faz isso de modo que, quando olhe, enxergue apenas a si mesmo. Alguns podem dizer que isso é uma coisa boa, mas acima de tudo ele mesmo fica chateado com isso. O bem elimina a humanidade através de seus óculos de sol, fones de ouvido, telas de smartphones, etc. Ou consome a humanidade como mercadoria, auto-selecionada, criada para vender de acordo com a atratividade física, a inteligência percebida, o interesse comum, etc. Pensam que não há nada fora do ser humano, fora do ego e fora dos pensamentos sobre o mundo. E as pessoas se sentem particularmente inteligentes e eruditas ao pensar em tais absurdos, apesar de sangrarem e se decomporem aos demais… Minhas próprias investigações sobre a chegada da civilização europeia a partes do que hoje é “América”, concluem que a última ferramenta da conquista não era a tecnologia ou a doença (tomada em si mesma). Era um jogo de números: havia apenas mais homens brancos, especialmente no que agora são os Estados Unidos. Os guerreiros indígenas eram frequentemente mais valentes, melhores lutadores e com vantagem no campo, mas as ondas de conquistadores e imigrantes continuavam vindo e devastando a terra, transformando-a, matando os animais e despejando-a de suas características anteriores em muitos lugares. Não é que os povos indígenas tivessem necessariamente uma perspectiva mais “holística” da terra, ou que fossem mais “virtuosos”, que não eram muitos. A diferença quantitativa foi feita para as diferenças qualitativas em perspectiva. Em lugares cheios de energia, vibrantes e cheios de vida, é difícil conceber a superioridade humana como um conceito plausível. Pegue a destruição da terra, da vida silvestre, contaminando os rios e envenenando o ar, para chegar ao lugar onde se olha ao redor e se vê apenas o Homem. E então ele acaba odiando a si mesmo, tendo que olhar fixamente para si próprio e ter o poder absoluto percebido em se matar, levando junto o resto do planeta. Os povos indígenas da Califórnia, é claro, morreram, seu mundo foi silenciado junto com tantos outros. O que os substituiu é agora o mundialmente famoso Silicon Valley, junto com o que tem sido considerado o “Salad Bowl of the United States,” produzindo grande parte da alface e outros produtos consumidos nas mesas dos estadunidenses. O progressista não quer admitir isso, mas a troca entre o Homem e a Natureza neste ponto é uma preposição “ou bem/ou”, não “ambas/e” preposições. Você pode ter seres humanos, a grande maioria dos quais dependem ou apoiam a civilização e tudo o que ela representa ou pode ter coisas como água limpa e ar fresco que fazem com que a vida humana vala a pena viver. Você não pode ter ambos, não nesta etapa do jogo. É por isso que não choro pelos híper-civilizados, e não me queixo dos atos indiscriminados contra eles, e sigo escrevendo sobre estes atos. Uma vez que você se converte em um inimigo da civilização, se você é realmente um inimigo da própria humanidade, isso depende de como honestamente você tira suas premissas.

Como eu disse no início desta reflexão, as pessoas mais civilizadas admitem isso em segundo plano. Elas acreditam que Jesus, Alá ou Javé, virá e destruirá o mundo com fogo e estabelecerão uma Cidade Eterna que não pode desmoronar ou decair. São esses ateus e esquerdistas menos honestos que confundem a humanidade com um projeto transparente e permanente. Os primeiros acreditam que é preciso seguir a moralidade para que esta Cidade Eterna possa surgir, os últimos creem que é preciso seguir a moralidade para manter a Humanidade tal como está flutuando em sua missão de se tornar uma instituição eterna. Os primeiro se baseiam numa mentira, mas é muito realista em termos de meios para alcançar o resultado desejado. Os últimos são, sem dúvida, completamente enganados.

A falta de preocupação com os híper-civilizados, pelos domesticados que apenas amam a si mesmos, é base do pensamento eco-extremista, e é um aspecto desse pensamento que defendo totalmente. Não posso deixar de citar o poema de Robinson Jeffers na íntegra, este é o texto mais apropriado para pôr fim a esta reflexão. Descreve uma cena da terra de Esselen, ao sul do território “Ohlone”:

“Mãos Dentro de uma caverna em um estreito desfiladeiro próximo de Tassajara

A Abóboda de pedra é pintada com as mãos;

Uma multidão de mãos no crepúsculo, uma nuvem de palmas de homens, não mais,

Não há outra foto. Não há ninguém que diga

Se os tímidos e silenciosos marrons que estão mortos tentaram

Religião ou magia, ou fizeram seus traços

Na ociosidade da arte; Mas sobre a divisão dos anos estes cuidadosos

Sinais-manuais agora são como uma mensagem selada

Dizendo: “Olhe: nós também somos humanos, Tínhamos mãos, não patas.

Todos louvam

Vocês com as mãos mais inteligentes, nossos fornecedores

No formoso país; Desfrutar dela na temporada, de sua beleza, e baixa

E foi suplantado; Porque vocês também são humanos.”