Ecologistas Selvagens

jalisco

Traduzido do blog Maldición Eco-extremista por Anhangá.

Nota da imprensa mexicana sobre a presença de ITS em Jalisco, especificamente. Também ressalta a internacionalização do grupo e seu caráter terrorista.

Em marcha a internacionalização da Mafia Eco-extremista!
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A Procuradoria Geral de Jalisco atribuiu a organização eco-terrorista Individualistas Tendendo ao Selvagem (ITS) dois explosivos encontrados em fevereiro em Guadalajara, o que confirma sua chegada; em 2011 ITS perpetrou diversos ataques contra membros da comunidade científica do TEC, UNAM, UPP e outros.

“Nossos atos estão pensados para aterrorizar, ferir, mutilar e assassinar aos mencionados objetivos. Utilizando ameaças, explosivos e armas de fogo para cumprir nossos fins imediatos. Os e as que trabalham na destruição da natureza selvagem necessitam de uma punição, seus atos não permanecerão impunes.”

“Nada, absolutamente nada garante que não serão feridos civis. Na verdade, nossos ataques são projetados para causar o maior dano possível e se em um destes atentados caem mais vidas do que havíamos pensado, melhor ainda.”

Isso faz parte do Quinto Comunicado de Individualistas Tendendo ao Selvagem (ITS), uma organização inclinada ao eco-terrorismo a qual a Procuradoria Geral de Jalisco atribui a colocação de dois artefatos explosivos em Guadalajara, em fevereiro passado, o que revela sua chegada à cidade.

A notícia passou um tanto despercebida. Em 8 de fevereiro foram abandonados pacotes explosivos nas delegações do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (Conacyt), e na Secretaria de Agricultura, Pecuária, Desenvolvimento Rural, Pesca e Alimentação (Sagarpa), ambos neutralizados pelo esquadrão Tedax de Guadalajara.

Dois dias depois, o promotor Eduardo Almanguer Ramírez disse que o atentado “foi dirigido a cientistas”, e abundou:

Um deles é investigador em novas tecnologias de produção agroalimentícia e o outro é o diretor do Conacyt, estão desenvolvendo vários projetos e estamos revisando o que poderia ter ocorrido”, uma declaração registrada pelo jornal Crónica.

Em 13 de fevereiro foi o próprio ITS que se atribuiu da autoria destes artefatos, em seu Segundo Comunicado, onde descreve suas ações e objetivos:

“Um pacote-bomba de ativação eletro-mecânica composto de dinamite foi abandonado nas oficinas centrais da Sagarpa na colônia Tabachines, do município de Zapopan. O pacote estava dirigido ao titular da instituição federal.”

“Um outro pacote-bomba de ativação similar, porém composto por um tubo de papelão sólido preenchido com pólvora negra foi abandonado nos escritórios do Conacyt, dirigido ao encarregado da instituição, na colônia Vallarta San Jorge, em Guadalajara.”

“Embora ambos explosivos não tenham alcançado o seu fim, o qual era ferir ou privar a vida das pessoas-objetivos, foi gerada uma grande mobilização policial e militar em ambos municípios.”

Em um informe posterior de seu Comissário de Segurança Pública, Raúl Alejandro Velázquez Ruiz, obtido em 14 de março através da lei de acesso à informação pelo Repórter Indigo, a Procuradoria confirmou o ITS por trás dos pacotes explosivos.

A Chegada

A organização ITS -antes denominada de Individualidades, não Individualistas– situa sua origem em 2011, ano em que perpretaram diversos ataques à comunidade científica em locais como a Cidade e o Estado do México, Guanajuato, Hidalgo e Morelos, mas não havia antecedente dela em Jalisco.

“Que saibam que ITS também se encontra em Jalisco, isto foi apenas uma prova, seguiremos empenhados em aterrorizar, ferir, mutilar e até mesmo assassinar os cínicos responsáveis por trás de uma instituição que se dizem “preocupados” com a natureza, mas que, em vez disso (sic), são responsáveis diretos pela devastação e a domesticação desta.”

Em seu Primeiro Comunicado de 26 de janeiro de 2016 definiram seus objetivos:

“Persistimos nesta guerra declarada contra o sistema tecnológico, contra os que o aperfeiçoam e o sustentam. Atentamos fisicamente e emocionalmente contra aquelas pessoas-objetivos que se empenham em destruir e manipular os ambientes naturais, indômitos e selvagens que restam.”

“Nossos atos estão pensados para aterrorizar, ferir, mutilar e assassinar aos mencionados objetivos. Utilizando ameaças, explosivos e armas de fogo para cumprir nossos fins imediatos. Os e as que trabalham na destruição da natureza selvagem necessitam de uma punição, seus atos não permanecerão impunes.”

Em seu Quinto Comunicado em 2 de março, afirmou ter presença no Estado do México (Ouroboros Silvestre); na Cidade do México (Grupo Oculto “Fúria do Lince”); em Michoacán (Grupo Editorial “Revista Regresión”); e em Jalisco (Bando Feral-Delinquencial), além de Chile e Argentina.

“Vagamos por suas cidades em busca de seus defeitos e imperfeições, à procura de tudo que seja civilizado e progresso humano. Conhecemos seus tempos, suas horas e momentos, sua rotineira monotonia civilizadora nos ampara”, é parte do seu Terceiro Comunicado de 19 de fevereiro, desde o Chile.

A História

O primeiro atentado que é atribuído a ITS data 19 de abril de 2011, na Univerdade Politécnica do Vale do México, em Tultitlán, onde um artefato explodiu e provocou feridas graves a um trabalhador no rosto.

Somente em 2011 ITS assumiu a autoria de outros quatro pacotes explosivos: no Tec de Monterrey em Atizapán (8 de agosto); no Centro de Investigação e de Estudos Avançados de Irapuato (Cinvestav, 28 de agosto); na Universidade Politécnica de Pachuca (8 de dezembro); e nos escritórios do Greenpeace (25 de novembro).

Além disso, assumem a responsabilidade do homicídio em Cuernavaca de Ernesto Méndez Salinas, investigador do Instituto de Biotecnologia da UNAM, em 8 de novembro de 2011.

Após o ataque citado ao Tec de Monterrey, onde a explosão do dispositivo feriu a Armando Herrera Corral, coordenador do Centro de Desenvolvimento Empresarial e Transferência de Tecnologia, e a outro cientista, Alejandro Aceves López, ITS difundiu:

“Parece que neste atentado acertamos a dois tecnonerds com um só tiro.”

Em seguida o procurador mexiquense, Alfredo Castillo Cervantes, disse à imprensa em 9 de agosto de 2011:

“Foi identificado como prováveis responsáveis um grupo denominado Individualidades Tendendo ao Selvagem, por suas siglas ITS, como aqueles que tem atribuído o envio e fabricação de um artefato explosivo contra o pessoal acadêmico deste centro educacional”; asegurou que tinha presença na Espanha, França e Chile.

Em 2013 ITS atribuiu a suas atividades mais dois explosivos, um explodiu em um carro dos correios da Sepomex em Tlalpan (21 de fevereiro), e outro foi dirigido ao investigador em nanotecnologia Sergio Andrés Águila, do Instituto de Biotecnologia da UNAM, em Morelos, entretanto não detonou (11 de fevereiro).

Libertação Animal

Antes de ITS, um grupo também de orientação eco-extremista -mas sem se assumir como terrorista- havia deixado explosivos em Guadalajara: a Frente de Libertação Animal, a qual a Procuradoria atribui três artefatos, embora apenas tenha detonado.

O primeiro foi colocado aos arredores do laboratório Novartis em 22 de setembro de 2009. A FLA acusou a esta empresa de torturar animais; e o segundo foi posto em 19 de maio de 2010 a 20 metros de distância do primeiro local; nenhum explodiu.

Em contrapartida, em 6 de novembro de 2010, a FLA explodiu um pacote nas imediações da Secretaria de Desenvolvimento Rural, embora sem causar grandes danos. Os três foram na colônia Americana de Guadalajara.

Em seu relatório sobre Terrorismo em 2009, o Departamento de Estado estadunidense incluiu a atividade da FLA no México:

“Embora os incidentes de terrorismo doméstico não tenham aumentado durante o ano passado, o México recebeu ameaças de um grupo anteriormente ativo (o EPR) e testemunhou o surgimento de um novo elemento.”. E observa:

“De maio a agosto, a Frente de Libertação Animal assumiu a responsabilidade por ataques a bancos e pontos comerciais na Cidade do México, usando bombas com tanques de propano. Três bombas foram descobertas sem explodir, outras três causaram danos em propriedades, mas não houve feridos.”

No relatório de 2010 os atos da FLA voltaram a ser incluídos nos “incidentes terroristas” no México.

[MÉXICO] Entrevista a Individualistas Tendendo ao Selvagem

Desde Maldición Eco-extremista.

Publicação recebida via email.

Entrevista feita a ITS-México, realizada pelo meio jornalístico “Radio La Fórmula”. Quem pergunta é o jornalista Ciro Gómez Leyva. Tudo isso à raiz do atentado homicida da “Mafia Eco-extremista/Nihilista” de ITS, contra o chefe da faculdade de química da UNAM. Traduzido por Anhangá.
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O que vocês querem dizer com os ataques de 25 e de 8 de abril?

É preciso esclarecer uma coisa aqui, ITS NÃO foi responsável pelo ataque em 8 de abril na C.U., foi outro grupo que compartilha a mesma tendência do eco-extremismo, mencionamos ele em nosso último comunicado para evidenciar que as autoridades universitárias acalmaram ditos ataques.

Por outro lado, o ataque de 25 de abril na C.U., foi parte de uma coordenação entre grupos de ITS no México, Chile e Argentina.

Dedicamos todo o mês de abril a essa coordenação de ataques, os quais foram:

– Em 6 de abril a “Horda Mística do Bosque”, abandonou um artefato incendiário dentro da Faculdade de Ciências Físicas e Matemáticas da Universidade do Chile, em Santiago. Embora o artefato tenha sido encontrado antes de ser ativado, uma grande comoção foi gerada na comunidade universitária do país dos terremotos.

– Em 12 de abril o grupo “Ouroboros Silvestre”, detonou um explosivo em frente a Universidade de Ecatepec, no Estado do México, esta a poucos metros da Câmara Municipal localizada em pleno centro de San Cristóbal. Neste caso o artefato explodiu com sucesso sem que se soubessem mais detalhes.

– No mesmo dia o mesmo grupo abandonou um artefato explosivo de ativação eletromecânica na Comunidade Educativa Hispano-americana no mesmo município. O artefato detonou em um dos guardas da instituição no momento em que ele o ergueu e provocou-lhe ferimentos, acontecimento que as autoridades educativas e os meios de comunicação local acobertaram, os quais disseram que o artefato havia detonado sem deixar feridos e apenas danos materiais.

– Em 19 de abril o “Grupo Oculto Fúria de Lince” detonou um artefato explosivo caseiro em uma das entradas da Tec de Monterrey – Campus Cidade do México, em Tlalpan, sem que mais detalhes fossem conhecidos.

– Em 21 de abril o grupo “Constelações Selvagens” abandonou um pacote-bomba dentro da Universidade Tecnológica Nacional em Buenos Aireis, Argentina, sem que se soubessem maiores detalhes, pois as autoridades silenciaram o atentado.

– Em 25 de abril o “Grupo Oculto Fúria de Lince”, abandonou um artefato explosivo de ativação eletromecânica similar ao que detonou na Comunidade Educativa Hispano-americana em Ecatepec, mas dessa vez na Faculdade de Arquitetura na C.U., sem maiores detalhes.

– No mesmo dia, o mesmo grupo abandonou outro artefato explosivo com um mecanismo similar ao outro, mas, na faculdade de Engenharia, especificamente no edifício A, sem que mais detalhes fossem conhecidos.

Todos estes atos foram realizados pelos grupos mencionados e que estão associados a ITS, e que foram reivindicados em nosso Sétimo Comunicado em 9 de maio passado.

Contra quem atentaram?

Os ataques de 25 de abril na C.U., em particular, foram simbólicos e materiais contra a UNAM e contra qualquer universitário que cruzasse com os explosivos abandonados. É falsa a informação que propagaram alguns meios de comunicação onde dizem que os ataques de 25 foram especificamente contra o chefe de serviços químicos, é mentira.

Quantos mais objetivos vocês tem?

Nosso objetivo em específico é a civilização como um todo, as universidades e empresas que geram escravos para que este sistema continue a crescer, os shoppings e instituições que enchem de lixo as mentes das ovelhas cegas que rumam direto ao abate (com isso não estamos nos posicionando a favor da sociedade de massas, a qual também contribui com a destruição da Terra com a sua simples existência), atacamos os símbolos da modernidade, da religião, da tecnologia e do progresso, atentamos diretamente contra os responsáveis por esta mancha urbana que segue se expandindo e devorando os entornos silvestres que ainda restam. Em suma, nós, os eco-extremistas, estamos contra o progresso humano, o qual corrompe e destrói toda a beleza que há neste mundo, o progresso converte tudo em artificial, mecânico, cinzento, triste. Nós não suportamos isso e esse é o motivo pela qual declaramos guerra a esta civilização e seu asqueroso progresso já há alguns anos.

Nunca prenderam um companheiro de vocês?

Em 2011 depois de “mandar pelos ares” a dois professores da Tec de Monterrey – Campus Atizapán, dissemos que a PGR e demais instituições de segurança eram uma PIADA e ainda seguimos dizendo. Nenhum dos nossos foi detido até agora…

Por que matar?

E por que não? É pecado? É um crime? É errado? Com certeza mais de uma pessoa disse “sim” em alguma destas perguntas. Respondemos. Para ser claros, nós matamos porque isso é uma GUERRA, pelo motivo de não reconhecermos mais autoridade que a autoridade de nossas deidades pagãs relacionadas à natureza e contrárias ao catolicismo e ao deus judaico, deidades pessoais que nos empurram para o confronto. Matamos porque não reconhecemos outra lei a não ser as leis naturais que regem TUDO neste mundo morto. Matamos porque rechaçamos qualquer moral que nos queiram impor, porque não consideramos nem “mal” nem “bom”, mas sim uma resposta de nossa individualidade a toda a destruição que gera o progresso humano.

Dentro do espectro do terrorismo, matar pode ser uma estratégia, um chamado, uma advertência para o que talvez possa ocorrer…

Voltando ao tema central, assassinamos o chefe de serviços químicos da UNAM para lembrá-los que podemos atacar a qualquer momento a quem quer seja dentro da universidade, para mostrar que nossos objetivos foram ampliados. Em 2011 nos dedicamos a atacar os cientistas e investigadores, agora todos os que integram a comunidade universitária podem e são um objetivo potencial. Por quê? Pelo simples fato de serem parte da comunidade estudantil e progressista do mais alto local de estudos.

Advertimos meses atrás às autoridades da UNAM, advertimos que se nossos ataques permanecessem sendo silenciados teriam de enfrentar as consequências. O resultado foi a escandalosa morte dentro da Cidade Universitária como um aviso. Tanto faz para nós que tenha sido um trabalhador, o mesmo escândalo houvesse ocorrido se o morto fosse um estudante ou um professor, ou na melhor das hipóteses, um investigador renomado. O objetivo, a UNAM, foi atingido mais uma vez. As autoridades desmoralizadas e nós com mais uma morte em nossa história.

Como podem provar que foram vocês?

As provas estão nos fatos, o corpo tinha seus pertences, não foi um roubo. O corpo foi localizado em um lugar onde não há câmeras, isso indica um ataque direto e não outra coisa. Já sabemos que as autoridades da cidade estão preparando suas “investigações” torpes e com faltas de argumentação (como sempre) para indicar que não foi nós para não assustar ainda mais a comunidade universitária. Havíamos pensado em arrancar o couro cabeludo dele como prova, mas não foi possível. Como escrevemos no comunicado, fica para a próxima. Você e todos podem pensar o que quiserem, que foi um roubo, uma vingança pessoal por pessoas de seu bairro, que foi acidental, etc., mas a nossa história não mente, não somos um grupo novo que vem do nada, e já foi evidenciado com esse e com outros atos que não estamos de brincadeira.

Se não acreditam em um amanhã melhor nem são revolucionários, o que pedem? Qual é a finalidade de sua luta?

Nós não pedimos nada, não temos exigências ou “folhas de petição”. Se pode negociar a perda de nossas raízes como seres humanos naturais que estão resistindo à artificialidade da civilização? Claro que não, não há negociação nem mesas de diálogo ou qualquer outra coisa.

Nós não acreditamos nas revoluções, afinal sempre visam a “solução de problemas”, a construir algo novo e “melhor”. Deixe-nos dizer, a era das “revoluções” e dos “revolucionários” acabou, não existe “revolução” alguma que possa mudar uma coisa negativa por uma positiva porque hoje tudo está corrompido, porque tudo está à venda, porque o que rege o mundo na atualidade não é o poder político, mas o econômico. As revoluções são coisas do passado e nós entendemos isso muito bem.

Nós não queremos resolver nada, nem propomos nada a ninguém, não queremos mudar o mundo, nem queremos nos unir à massa. Chega das utopias secundárias, chega de ter em mente que possa haver um mundo novo. Olha ao seu redor, o presente está repleto de horrores causados pela mesma civilização, pela alienante realidade tecnológica (redes sociais, celulares, etc.), respira o espesso ar desta suja cidade, olha as pistas repletas de carros, observa a massa se espremendo nos ônibus, nos metrôs, veja suas caras cansadas da mesmice. O poder econômico poucos o tem, vivem no luxo, se afundam em notas e comodidades, os meios de comunicação estão vendidos à melhor oferta, e surgem os não-conformistas, e desaparecem com eles e os assassinam, a tensão social se agrava, e quando tudo parece que irá explodir, a normalidade retorna, ou tudo se vai a uma normalidade alternativa. Por isso nós deixamos de acreditar em um “amanhã melhor”, porque este presente decadente é o único que temos, e neste presente apenas vemos o progresso que avança sem freio em direção ao abismo civilizado.

A civilização está podre, cada vez mais se corrói, porém segue avançando. O que mais iríamos querer senão fazê-la colapsar com nossas próprias mãos? Mas isso seria outro propósito infantil.

Nós não apostamos na queda da civilização, nem temos como finalidade a destruição desta, que fique claro.

No aspecto filosófico somos pessimistas, porque vimos que todo o belo para nós, que é a natureza, se perdeu, a destruíram e seguem empurrando-a à extinção. Não nos resta nada pelo que lutar, exceto por nossas próprias individualidades. Nós seguimos sendo humanos ao invés de robôs, somos a Natureza Selvagem que resta, o último dos últimos, nós continuamos nos considerando parte da natureza e não os donos. Nós eco-extremistas resgatamos nossas raízes primitivas, e entre muitas outras coisas está a confrontação, o conflito que nos identificou como pessoas desta terra, filhos da algaroba e do coiote, guerreando contra os que nos queiram domesticar, assim como fizeram nossos antepassados mais selvagens ao não permitir serem subjugados pelos europeus a sua chegada na Grande Chichimeca.

Nós eco-extremistas somos animais domésticos com seus instintos ainda vivos. Para muitos é certeza que é uma “incoerência” dizer que estamos contra tudo isso e continuar usando tecnologia. Respondemos que não hesitamos em usá-la para conseguir nossos fins imediatos, isso é um fato, nós não nos importamos com um caminho cair em supostas “inconsistências”, assim como não nos importamos com nada que nos considerem o que quer que seja.

Uma das finalidade de ITS e do eco-extremismo em si é o ataque, é devolver os golpes que deram à Natureza Selvagem sem ser homenageados como “revolucionários”, desinteressadamente guiados por um impulso egoísta.

Os eco-extremistas são como as abelhas, as quais fincam seu ferrão para ferir a seu oponente (a civilização), lutando sabendo que morrerão tentando, já que está claro que nesta guerra não sairemos vitoriosos.

Isso vai parecer que somos doentes mentais ou desequilibrados, mas olha, o eco-extremismo niilista é uma tendência que praticamente “nasceu” no México, e que alguns individualistas tomaram como sua no Chile, Argentina e Europa. Está claro que não somos os únicos loucos…

Talvez há mais perguntas que respostas, isso é tudo que diremos por agora. O que está feito está feito.

Pela internalização da máfia eco-extremista!
Pela defesa extrema da natureza selvagem!

Individualistas Tendendo ao Selvagem – México