[ES – PDF] Mictlanxochitl: La Flor Del Inframundo Que Cresció En Esta Era – Parte 2

Segunda parte do trabalho “Miclanxochitl: La flor del inframundo que creció en esta era” [ENIT].

Adiante com a propaganda anti-humanista!

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[ESPANHA] Comunicado 52 de ITS — Criminosos Animistas

Floresta - Eco-extremismo - Bosque - Amazônia - Indígenas - Terrorismo - Ecologismo - Niilismo - Misantropía - Individualismo - Ecologia - Guerra 71.jpg

É como grande ânimo que divulgamos aqui o comunicado 52 de ITS e anunciamos também o surgimento de um novo grupo na Europa, desta vez, desde a Espanha, o que o faz ser o terceiro país do Velho Continente a ter operações declaradas de grupos eco-extremistas. Criminosos Animistas ruge atacando indiscriminadamente desde as malditas urbes europeias e se une a horda de individualistas terroristas pelo caos e a destruição.

Força à Máfia ITS e afins na América e Europa que segue imparável!

Apoio total aos individualistas terroristas em tocaia!

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Já se ouvem os ferozes trovões atingindo as cidades do “Velho Continente”, onde uma massa deformada e artificial de humanoides híper-civilizados não vive, mas vegeta. Já se escuta o vento tempestuoso, aquele que é um presságio para chegada da tragédia. Começam a cair as primeiras gotas de inumanas nuvens negras que cobrem o céu com sua escuridão desconhecida…

Aqui está a tempestade! Todos sabiam que mais cedo ou mais tarde ia acontecer! Os híper-civilizados olham estranhados ao céu, não sabem ainda o que está por vir… Mas quando olham nos olhos da destruição, do caos, da morte, o terror se apoderará deles e correrão para se esconder. Alguns poucos, no entanto, escutarão o chamado da tormenta, o rugido do trovão, o grito do vento e da chuva, e acudimos a ele com as facas recém afiadas, cheias de ódio pela desprezável humanidade de merda… Porque somos estes selvagens egoístas que desfrutam com a morte, que se regozijam com a miséria humana!

Essa tempestade é a Máfia de ITS. Esse grupo de criminosos eco-extremistas e terroristas niilistas que em janeiro deste ano cruzou o atlântico até a Grécia e que hoje, apenas alguns meses depois, já se encontra operacional em dois outros países europeus.

Atacamos misantropicamente a sociedade tecno-moral de maneira indiscriminada porque nos repugna a humanidade, essa coisa ridícula que apodrece nas cidades cheias de fumaça, que se arrasta do trabalho à casa e de casa ao trabalho, como máquinas sem vida, a cada segundo de sua existência insultado tudo o que para nós é sagrado. Odiamos doentiamente seus costumes, suas rotinas, suas aspirações, suas não-vidas… queremos vê-los todos mortos! Nós vivemos entre vocês seus bandos de lixo humano e fracos, vivemos sem levantar nenhuma suspeita, sendo apenas algumas ovelhas a mais, sorrindo no momento necessário para passar despercebidos, somos essas amáveis criaturas que os cedem amigavelmente o assento no transporte público… por trás destes sorrisos estão escondidas as nossas intenções homicidas!

Golpeamos mortalmente a moral do ataque. Como é que podemos sentir empatia por este estúpido animal domesticado que vive longe de sua essência natural? Por acaso existem humanos inocentes diante da humilhação da Natureza Selvagem? Quem crê nisso é um iludido, um humanista ou um tolo (ou os três). Atacamos, sim, alheios ao dualismo das avaliações humanistas. Tanto faz para nós se é rico ou pobre, se é homem ou mulher, se é branco ou negro, o humano moderno é nosso inimigo e nisso não fazemos chatas distinções moralistas. Ou será que a Natureza Selvagem faz distinções quando se manifesta com a brutalidade que a caracteriza? Fizeram distinções os antigos guerreiros bárbaros deste continente? Esta pergunta você pode fazer para as populações inteiras massacradas por aquelas “bestas do norte” Vikings.

Em nosso atuar não há nenhum fim político a alcançar, não buscamos nenhuma revolução, não temos demandas de nenhum tipo, muito menos queremos voltar atrás no tempo. Atentamos porque essa Força Desconhecida que escondem as montanhas, os bosques, os rios, os animais selvagens, a Lua… essa que portam os tsunamis, os terremotos, os vulcões… essa força está também em nós, em forma de escuros, violentos e primitivos instintos. Nós somos humanos civilizados, mas sabemos que nem todos os séculos da vida civilizada conseguiram eliminar estes instintos. O humano moderno os reprime, os mantém insatisfeitos, os encadeia com sua deusa Razão… nós aguardamos com ancestral paciência os momentos em que libertá-los, para saciá-los momentaneamente abraçando o caos!

Como é possível ver, não fazemos a secular e moderna distinção entre nós como sujeitos e a Natureza como objeto. Somos guerreiros pagãos em defesa extrema do Selvagem, mas não entendemos o Selvagem como algo alheio a nós. Pelo contrário, o Alheio é para nós a vida civilizada a todos os seus níveis, e é por isso que atacamos sem mais considerações que o estratégico.

Carecemos da esperança de um amanhã melhor, somos conscientes do final que nos espera nesta guerra desigual. E ainda sim atacamos, como fizeram os antigos.

Assim, reivindicamos que na noite do dia 18 de abril saímos pela cidade de Valência com um saco de lixo. Nele não havia restos de comida, mas um artefato incendiário de cerca de 5 litros com um pequeno explosivo preso e desenhando para detonar momentos após o artefato ser ativado, isso para expandir o fogo no caso de algum nobre cidadão pensar em apagá-lo. Caminhamos decididos e com os antigos em nossa mente, em nossos bolsos portávamos amuletos pagãos de guerra concedidos pelos espíritos do Desconhecido. Abandonamos o artefato de maneira indiscriminada em plena rua, ao lado de uma fileira de carros. Acendemos o pavio com tranquilidade e desaparecemos do lugar sigilosamente. Embora não pudemos saber os danos causados porque não lemos nada na imprensa local sobre o incêndio, sabemos que o artefato foi ativado, porque uma vez longe do lugar, escutamos a explosão. O pavio artesanal funcionou corretamente e o fogo acudiu a nossa chamada. Aí fica o nosso presente à normalidade e estabilidade da pacífica noite civilizada…

Nesta ocasião o fogo consumiu alvos materiais porque assim desejaram os nossos egos, mas foi também um atentado em que carbonizamos os valores humanistas que regem a vida civilizada, impondo nossa vontade autoritariamente acima das propriedades dos cidadãos anônimos e destruindo o binominal bem-mal para elevar sobre as ruínas os nossos interesses egoístas. Não se sabe quando e onde voltaremos a aparecer, não se sabe qual artefato esconderemos então e se nosso objetivo será material ou humano… que os espíritos nos guiem nesta guerra!

Força para os irmãos e irmãs terroristas da Máfia em América e Europa!

Força também para a Célula Fogo Selvagem e para todos aqueles que atentam anonimamente! E recordamos ao terrorista das 7 bombas, Mark Conditt, com especial respeito!

A Máfia se expande com a tempestade… temos o caos em nossas mãos!

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Espanha

– Criminosos Animistas